04 dezembro 2012

Betty Boop Marinheira

Betty Boop Marinheira
Marfinite 1:50-12,5 cm - base 4,5x5 - extras: Acessórios. pormenores pintura, patines.
 Realmente o caso de Betty Boop é um mistério. Como pode uma pin-up de 82 anos (esta senhora nasceu em 1930) despertar ainda hoje tal fascínio? E é mais estranho se levarmos em conta que as novas gerações raramente conhecem os desenhos animados que a fizeram famosa... Além disso, a emancipação “escandalosa” que ela podia representar para os espectadores dos anos 1930 não justifica o seu sucesso com o público atual, que está acostumado à modernidade... Sendo assim, tem que haver algo mais, porém... O que será? Sem dúvida é o que chamamos “encanto”. Um encanto temporal, que permitiu à personagem, que no começo estava à frente do seu tempo, transformar-se em objeto de nostalgia. Travessa, francamente encantadora e dotada de uma personalidade muito simples, 
Betty evoca certa inocência perdida. Provavelmente continuará evocando-a durante anos, até mesmo quando a época dos desenhos animados em preto e branco tiver sido esquecida para sempre. Betty e as Flappers (Flapper é um termo usado na década de 1920 aplicado a uma nova geração de mulheres jovens ocidentais que vestiam saias curtas, não usavam espartilho, cortavam o cabelo, escutavam jazz, e tinham outras condutas similares. As Flappers eram vistas usando muita maquiagem, tomavam muitas bebidas destiladas, tratavam o sexo de maneira casual, fumavam, dirigiam automóveis, muitas vezes em alta velocidade, e tudo isso era um desafio às leis e era contrário ao que considerava-se socialmente correto.
 
As Flappers têm suas origens em um período de liberalismo, turbulências políticas e sociais e aumento dos intercâmbios culturais transatlânticos que seguiu-se ao final da Primeira Guerra Mundial, assim como a exportação de jazz americano à cultura europeia). Com as suas saias curtas e o seu estilo de vida independente, Betty Boop é a herdeira das jovens emancipadas que mudaram as regras do jogo nos Estados Unidos, nos anos 1920. Embora pareça que os personagens de ficção saem diretamente da imaginação dos seus autores, eles são sempre produtos da sua época. No caso de Betty Boop, que apareceu em Agosto de 1930, é obvio que sofreu a influência da enorme agitação provocada pelas “flappers” durante a década anterior.
 
Depois da Primeira Guerra Mundial 1914-1918, teve início a revolução feminina em parte do mundo ocidental. As norte-americanas, por exemplo, conseguiram o direito de voto em 1920. As mulheres brasileiras, por outro lado, tiveram que esperar doze anos, e as portuguesas, para o pleno direito ao voto, mais de cinquenta! Entretanto, as francesas consolavam-se lendo “La Garçonne” um romance de Victor Margueritte que descrevia, em 1922, o estilo de vida “escandaloso” de uma nova geração. O fenómeno desse tipo de mulher andrógina, que lutava pela igualdade entre géneros, apareceu igualmente na América, especialmente nos Estados Unidos, onde essas jovens foram batizadas com o nome de “flappers” tomado de um filme de 1920.
Popularizada pelo cinema e também pelos escritores como Scott Fitzgerald, a imagem da flapper foi estendendo-se entra as mulheres, a ponto de se transformar num fenómeno social.
De Clara a Betty
Em suma, a fapper rejeitava tudo o que representava a alienação da mulher. Seguindo o modelo de Coco Chanel, essas mulheres desfizeram-se do espartilho, encurtaram as saias, disfarçaram os seios e cortaram os cabelos. As “novas mulheres jovens” queriam desfrutar a vida como os homens faziam: bebiam, fumavam, escutavam jazz e dirigiam em alta velocidade. Além disso, tinham uma vida amorosa muito liberal. E para a sociedade da época, o mais espantoso era que quisessem exercer uma profissão atraente.
É compreensível que as atrizes de Hollywood se transformassem num símbolo dessa revolução, especialmente Clara Bow, grande estrela do cinema mudo, cuja fraqueza e louco comportamento horrorizavam as “pessoas de bem”. Foi nela que os irmãos Fleischer pensaram para criar a personalidade de Betty Boop, culo físico foi inspirado também noutra flapper, Helen Kane.
 A miniatura Betty Boop Marinheira
Quando precisa navegar, seja na baía de Nova York ou em viagens de longa distância, Betty conta sempre com a vestimenta adequada. O seu traje de duas peças permite que ela se mova livremente e ao mesmo tempo continua elegante e sexy. A boina de marinheiro, que pegou emprestada do seu amigo Popeye, não protege muito os seus cachos de cabelo, mas oferece a vantagem de lhe dar credibilidade quando está ao convés. Já a bóia poderia ser muito útil no caso de haver algum problema (por exemplo, se o capitão, ocupado admirando Betty, não visse que se aproxima de alguns rochedos...).
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SALVAT
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03 dezembro 2012

Dizes que a beleza não é nada?


Dizes que a beleza não é nada?
Imagina um hipopótamo com alma de anjo... Sim, ele poderá convencer os outros de sua angelitude - mas que trabalheira!




 
Mario Quintana
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30 novembro 2012

Bombeiros USA


Bombeiros USA

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Os poderosos podem matar uma, duas ou três rosas, mas jamais conseguirão deter a primavera.
 
Ernesto Guevara
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Portuguesas Maravilha

Dânia Neto
Nasce a 23 de Março de 1983, é uma actriz e modelo portuguesa de ascendência venezuelana. Iniciou a sua vida profissional na moda e fez vários trabalhos de publicidade, mas popularizou-se com os seus trabalhos de televisão, tendo participado em algumas novelas e séries. Actualmente, o seu mais recente trabalho no âmbito da fotografia, foi a sua participação na revista portuguesa "Moda", onde usou alguns bíquinis, roupa interior e lingeries. Em Junho de 2012, fez capa na edição portuguesa da revista Playboy.
Televisão
· Elenco principal, Passageira em Maré Alta, SIC, 2004 · Elenco principal, Maria Vicente em Morangos com Açúcar (2ª temporada), TVI, 2004/2005 · Elenco adicional, Maria Vicente em Morangos com Açúcar (3ª temporada), TVI, 2005/2006 · Participação especial, Mónica em Camilo em Sarilhos, SIC, 2005 · Elenco adicional, Laura Antunes em Mundo Meu, TVI, 2006 · Elenco principal, Daniela Monteiro e Castro em Tempo de Viver, TVI, 2006 · Elenco adicional, Nádia em Floribella, SIC, 2007 · Elenco principal, Laura em Vila Faia, RTP1, 2008 · Participação especial, Amante de Vítor em Olhos nos Olhos, TVI, 2008 · Elenco principal, Carla Gomes em Casos da Vida, TVI, 2008 · Participação especial, Cármen em Um Lugar para Viver (Ep.1), RTP1, 2009 · Participação especial, Eva em Lua Vermelha, SIC, 2010 · Elenco principal, Marisa em Laços de Sangue, SIC,2010/2011 · Elenco principal, Glória Rufino em Rosa Fogo, SIC,2011/2012
 



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Leopard I - IFEX


Leopard I - IFEX
Bombeiros da Alemanha
O Leopard é um carro de combate alemão construído pela empresa alemã Krauss-Maffei-Wegmann, desenvolvido no início dos anos de1970.
 
 

Chassi Leopard I - 830 cv - comp. total 8,1 m - larg. 3,4 m - alt. 3,55 m - peso carga plena 50 toneladas - v.máx. terreno plano 50 kmh, todo terreno 4 kmh - altura de circulação 2,5 m - tanque combustível 985 L - autonomia terreno plano 450 km, todo terreno 250 km - reservatório água 11 000 L - reservatório espuma 600 L - canhão duplo de funcionamento por impulso IFEX.
Tanque Leopard de extinção de fogo por impulso
O uso da tecnologia de extinção de incêndios por impulso é raramente visto na Europa Ocidental. As empresas IFEX Technologies e Jugenthal adaptaram um sistema para o tanque Leopard I. Este gigante de aço não é um veículo de primeiros socorros, mas uma viatura eficaz no combate a incêndios florestais ou em áreas industriais. O uso de blindados militares adaptados ao combate a incêndios e construídos a partir de tanques de assalto é comum na Europa Oriental. Na Hungria, por exemplo, esse tipo de viatura é utilizado no combate a incêndios florestais: o arado instalado na parte frontal cria aceiros nas áreas afetadas, abrindo caminho para a intervenção com equipamentos convencionais.
Os cinco esguichos instalados trás do arado pulverizam as brasas do terreno sobre o qual a viatura atua. Criada em 1994 a empresa IFEX surgiu como líder mundial da inovadora e eficiente tecnologia de extinção de incêndios por impulso. Embora o seu produto mais conhecido seja a arma de impulso, há numerosas formas de utilização dos sistemas de extinção de incêndios por impulso: podem ser instalados em veículos e helicópteros, por exemplo. Esta viatura é equipada com um reservatório de água com capacidade para 11.000 litros, além de um reservatório de 600 litros de espuma. O canhão duplo de impulso é capaz de lançar três “disparos” de 25 litros por minuto até ao total de 440 “disparos” e, assim pode trabalhar de forma continua por duas a três horas.
 Usado em condições extremas
Equipado com um chassi militar, esse veículo de combate a incêndios está preparado para operar em condições extremas, Construído para resistir a temperaturas bastante elevadas, o veículo é dotado de um sistema de distribuição de oxigénio que garante a pressurização da cabine do condutor.
 
O Leopard é um carro de combate alemão construído pela empresa alemã Krauss-Maffei-Wegmann, desenvolvido no início dos anos de1970.
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27 novembro 2012

Quando o homem ama a mulher,
fala muito com ela, e sobre ela;
quando deixa de a amar,
fala com ela sobre ele.
 
Johann Goethe
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24 novembro 2012

Cidades Fantásticas

Cidades Fantásticas
 
Interessantes e imaginativos trabalhos de modelismo ScratchBuild neste endereço. Vale a pena visitar
 
 
 
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20 novembro 2012

Grandes são os Desertos

Grandes são os desertos
Grandes são os desertos, e tudo é deserto.
Não são algumas toneladas de pedras ou tijolos ao alto
Que disfarçam o solo, o tal solo que é tudo.
Grandes são os desertos e as almas desertas e grandes
Desertas porque não passa por elas senão elas mesmas,
Grandes porque de ali se vê tudo, e tudo morreu.

Grandes são os desertos, minha alma!
Grandes são os desertos.

Não tirei bilhete para a vida,
Errei a porta do sentimento,
Não houve vontade ou ocasião que eu não perdesse.
Hoje não me resta, em vésperas de viagem,
Com a mala aberta esperando a arrumação adiada,
Sentado na cadeira em companhia com as camisas que não cabem,
Hoje não me resta (à parte o incômodo de estar assim sentado)
Senão saber isto:
Grandes são os desertos, e tudo é deserto.
Grande é a vida, e não vale a pena haver vida,

Arrumo melhor a mala com os olhos de pensar em arrumar
Que com arrumação das mãos factícias (e creio que digo bem)
Acendo o cigarro para adiar a viagem,
Para adiar todas as viagens.
Para adiar o universo inteiro.

Volta amanhã, realidade!
Basta por hoje, gentes!
Adia-te, presente absoluto!
Mais vale não ser que ser assim.

Comprem chocolates à criança a quem sucedi por erro,
E tirem a tabuleta porque amanhã é infinito.

Mas tenho que arrumar mala,
Tenho por força que arrumar a mala,
A mala.

Não posso levar as camisas na hipótese e a mala na razão.
Sim, toda a vida tenho tido que arrumar a mala.
Mas também, toda a vida, tenho ficado sentado sobre o canto das camisas empilhadas,
A ruminar, como um boi que não chegou a Ápis, destino.

Tenho que arrumar a mala de ser.
Tenho que existir a arrumar malas.
A cinza do cigarro cai sobre a camisa de cima do monte.
Olho para o lado, verifico que estou a dormir.
Sei só que tenho que arrumar a mala,
E que os desertos são grandes e tudo é deserto,
E qualquer parábola a respeito disto, mas dessa é que já me esqueci.

Ergo-me de repente todos os Césares.
Vou definitivamente arrumar a mala.
Arre, hei de arrumá-la e fechá-la;
Hei de vê-la levar de aqui,
Hei de existir independentemente dela.

Grandes são os desertos e tudo é deserto,
Salvo erro, naturalmente.
Pobre da alma humana com oásis só no deserto ao lado!

Mais vale arrumar a mala.
Fim.

Álvaro de Campos
heterónimo de Fernando Pessoa
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Fumar "ainda na matava" nestes anos 1950 1960

Fumar "ainda não matava" nestes anos de 1950 1960

Ronald Reagan, actor de cinema americano, que chegou a 40º Presidente dos EEUU de 1981a 1989...nos velhos tempos em que fumar era IN...e até os médicos faziam publicidade ao tabaco, de bata branca, estetoscópio ao pescoço e um sorriso aberto!!...não falando do simpático SANTA CLAUS também de cigarrito nos dedos...
 

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Portuguesas Maravilha

Filipa de Castro
 
Nasceu no dia 13 de Fevereiro de 1978 em Lisboa, Portugal. Modelo e empresária portuguesa. Mãe de dois filhos lindos, Filipa de Castro teve um longo relacionamento com um conhecido jogador de futebol.

Depois da sua separação, Filipa já teve relacionamentos com o irmão de Claudia Vieira e com um dos melhores manequins nacionais. Filipa de Castro ficou conhecida depois da sua separação do jogador de futebol do Club Espanhol.

Desde então, o seu trabalho como modelo acrescentou valor à sua popularidade. Filipa já foi capa da revista FHM Portugal por duas vezes, a ultima no mês de abril de 2009. Em 2001 participou no elenco da curta metragem, “Que tenhas tudo que desejas”. Em 2008 participou no programa da RTP “Dança Comigo” e já foi várias vezes convidada do programa Fama Show.
Adepta de causas nobres, Filipa já participou em várias viagens de solidariedade como a que fez no ano passado a São Tomé onde durante uma semana esteve em contacto com as crianças da Fundação Criança, instituição da qual é madrinha.

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14 novembro 2012