11 janeiro 2013

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Publicidade altamente imaginativa...
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JJ edição fotos

Betty Boop - Fazendeira

Betty Boop Fazendeira
http://youtu.be/liKWO1-Gmic
http://youtu.be/tBKAG0ut9Ds

Dos primeiros filmes de 1930, com Betty Boop ainda com o aspeto inicial de cachorrinha de orelhas longas!! Marfinite, escala 1:50-15 cm - base 5x5 cm - extras: acessórios, pormenores pintura, patines. Os personagens do cinema têm algo maravilhoso: jamais envelhecem. Muito tempo depois de seus intérpretes (os seus criadores, no caso dos desenhos animados) terem desaparecido, esses personagens continuam aí, sem nenhuma ruga e ainda fascinando o público. É o caso de Betty Boop e também o de Ginger Rogers e Fred Astaiore, dos quais também falamos. Se prestarmos atenção, veremos que a Boop Girl tem muitas coisas em comum com essas lendas da comédia musical. Ginger e Fred foram seus contemporâneos, já que os três estiveram presentes nas telas ao longo dos anos 1930.

Além disso, os três seduziram o público cantando e dançando, embora as suas exibições fossem diferentes. Por último, Betty, tanto quanto seus colegas de carne e osso, continuou sendo uma figura lendária para as novas gerações, que nem sequer viram os seus filmes. A sua aura, assim como a de Fred Astaire e Ginger Rogers, ultrapassaram o pequeno círculo dos cinéfilos para chegar ao mundo inteiro.
Quando Betty se encontrou com Louis Armstrong Em1932, a nova estrela dos cartoons convidou a nova estrela do jazz para uma das suas aventuras. Foi uma incrível reunião de dois mitos do século XX. Uma das particularidades dos desenhos de Betty era o facto de misturarem a animação com imagens de registos reais, graças a um processo inventado por Max Fleischer.
 Foi assim que Louis Armstrong pôde aparecer como estrela convidada num filme de animação, em 1932. Cantor, trompetista e regente de orquestra, o jovem Armstrong já era bem conhecido nessa época. Além disso, no ano anterior tinha aparecido numa cena do filme “Ex-Flame” (Victor H. Halperin 1931) atendendo ao pedido de um diretor que desejava aproveitar a sua fama. Entretanto, aparentemente essa primeira participação não foi suficiente para que o músico compreendesse as limitações carateristicas de uma filmagem de cinema. Como conta Leslie Cabarga no seu livro. “The Fleischer Story” a equipa encarregada de filmar Armstrong para os desenhos de Betty descobriu que ele sempre saía do enquadramento da câmara: acostumado a mover-se livremente sobre o palco, Armstrong fazia a mesma coisa no estúdio. Para o ajudar, desenharam marcas no chão, mas isso levou o cantor a olhar para baixo durante a representação... Ginger & Fred
Durante seis anos Ginger Rogers e Fred Astaire revolucionaram o género da comédia musical, oferecendo técnica e elegância ainda inéditas e raramente igualadas. A epopeia dos famosos Ginger & Fred começou em 1933. Nesse ano, Fred Astaire chegou à companhia RKO contratado pelo caça-talentos David O. Selznick. Os testes desse bailarino da Broadway, entretanto, não foram muito promissores, já que o comentário da avaliação indicava: “Não sabe representar, É ligeiramente calvo. Sabe dançar um pouco”. Entretanto, Selznick afirma que o recém-chegado tinha um grande potencial. Assim, Astaire apareceu com a estrela Joan Crawford numa cena de “Amor de Dançarina” (Dancing Lady, Robert Z. Leonard 1933) antes de obter um papel secundário em “O Carioca” (Flying down to Rio, Thornton Freeland 1933) uma comédia musical sustentada pela popularidade de Dolores del Rio. Nessa comédia, Astaire formava uma dupla humorística com Ginger Rogers, uma bailarina doze anos mais nova que ele, que também tinha debutado na Broadway.
 
O Picolino Ao estrear o filme, Astaire e Rogers roubaram o protagonismo da bela Dolores, e a sua canção The Carioca foi até indicada ao Oscar. Nessa época aRKO desejava iniciar um novo projeto, uma ideia que não agradou muito a Astaire, que já tinha formado um dueto musical com sua irmã. Apesar disso, aceitou e voltou a unir-se com Rogers e “ A alegre divorciada (The Gay Divorcee, Mark Sandrich 1934) no qual a sua atuação deslumbrou. Sentiondo que tinham descoberto uma mina de ouro, os diretores do estúdio transformaram Astaire e Rogers em suas “estrelas”. E, de facto, os seus filmes seriam os maiores sucessos comerciais da RKO durante essa década. Em 1935, “O Picolito” (Top Hat) faturou três milhões de dólares, seguido de mais dois sucessos: “Nas águas da esquadra (Follow the Fleet, 1936) e “Vamos Dançar” (Shall We Dance 1937) todos ditigídos por M. Sandrich.
Betty Boop Fazendeira, a miniatura É possível ser nova-iorquina e apreciar as virtudes do campo.
E aqui está a prova: Betty tem todos os acessórios necessários para um fim de semana “autêntico” numa fazenda de Vermont ou Connecticut. Uma blusinha decotada para aproveitar o bronzeado do campo, um shortinho para ficar confortável sem deixar de ser sexy, e, claro, botas de borracha, o toque indispensável para uma verdadeira fazendeira. E o chapéu de palha não é só um acessório bucólico, mas também muito prático para não se queimar. Vestida dessa forma, a “Betty campestra” dá ao mundo rural um toque de glamour totalmente inédito.
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Iveco Eurocargo 130 E23 - Camiva

Iveco Eurocargo 130 E23 - Camiva
Autoescada com cesta Bombeiros de França
227 cv - 13 ton. - cabine dupla com oito lugares - fabricante CAMIVA - reservatório água de poliéster com capacidade para 3000 litros - bomba 2000 litros/min a uma pressão de 15 bars - carroceria tubular revestida de alumínio - carretel com 80 m de mangueira de 22 mm de diâmetro - torre de iluminação - portas laterais de alumínio de enrolar.

Adotadas há muito tempo por diversos países europeus, especialmente a Alemanha, as autoescadas com cesta integraram lentamente as frotas francesas e italianas. As autoescadas representam um dos principais símbolos das equipes de salvamento. Quando uma edificação é tomada por um incêndio e as vias de comunicação normais não estão acessíveis, as autoescadas constituem o único meio de aproximalão aos pavimentos em chamas, permitindo que as vítimas possam ser resgatads com segurança pelos bombeiros. Se a vítima estiver em condições de caminhar, o bombeiro poderá conduzir a descida, colocando-se diante da vítima e protedendo-a com os braços. Dessa forma, qualquer pessoa pode descer com segurança os 30 metros de degraus de aço que formam a escada. Embora esse tipo de viatura tenha sido criado para resgatar vítimas presas em pavimentos mais altos de uma edificação em chamas, atualmente as autoescads também são empregues para outras funções.
 Essas torres de aço também servem como ponto de ataque para evitar a propagação de incêndios de maiores proporções, pois permitem combater as chamas com esguichos potentes. Cada vez mais alto As autoescads modernas são equipadas com plataformas móveis. Dotada de um posto de comando que possibilita manobrar a escada desde o alto, a plataforma constitui, ao mesmo tempo, um ponto de ataque e uma passarela de salvamento. Esse tipo de viatura é também muito útil nas situações em que é necessário resgatar a vítima em posição horizontal, numa maca.
Na França, as autoescads são classificadas em dois tipos: as automáticas (EPA) e as semiautomáticas (EPSA). A EPA é uma autoescada que pode realizar os três movimentos fundamentais (giro, elevação e desenvolvimento do braço) de modo combinado e simultâneo, enquanto a EPSA realiza os mesmos movimentos, porém um depois do outro. As autoescadas mais comuns possuem uma altura compreendida entre 18 e 32 metros. Uma escada e uma cesta A cesta substituiu o braço elevatório (BEA) que foi adotado por determinados corpos de bombeiros na década de 1970. Na França, outros serviços departamentais aproveitaram a renovação da sua antiga frota para escolher esse novo tipo de autoescada.
 Do ponto de vista de gestão, tratava-se de uma solução bastante interessante por permitir dispor de um veículo versátil, que poderia ser utilizado em intervenções que exigiam uma plataforma aérea, como a remoção de vítimas em macas, como também para as missões mais comuns de combate a incêndios. Ainda em relação ao BEA, certos modelos eram dotados de cestas que permitiam a realização de resgastes de forma contínua, como o produzido pelo fabricante finlandês Bronto, que lançou no mercado um BEA com uma escada montada de modo permanente no lado direito da estrutura do braço.
Desde o final da década de 1980, os avanços no campo da eletrónica e da hidráulica, assim como as obrigações impostas pela diretriz europeia “Máquina” de 1989 (que definia os critérios de fabricação relativos à segurança dos veículos elevatórios de pessoas), permitiram reduzir as dimensões de todos os mecanismos e a sua inatalação em escadas semiautomáticas.
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04 janeiro 2013

21 dezembro 2012

Vejam o video, deliciem-se com a genialidade desta publicidade, que prova que quando nós REALMENTE queremos, somos mesmo bons naquilo que fazemos.
 
 
O Windows 8 é realmente assim tão simples? Descubra a resposta numa demonstração surpreendentemente simples que teve lugar em 07 de dezembro, numa loja Fnac, em Lisboa. O momento fala por si.
 
Gentileza do amigo António C.
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08 dezembro 2012

Presépios do Mundo

Presépios
Marfinite, Acrílico, Metal, Estanho e Madeira
 





 
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Maior Presépio do Mundo

Um Presépio único e diferente...de há 2000 anos até ao presente!!!...
 
A Cavalinho apoia o maior presépio do mundo em movimento localizado em S.Paio de Oleiros (Santa Maria da Feira).
 
 
Veja um vídeo do presépio em movimento, clicando no link abaixo Esta notícia tem conteúdo multimédia, clique aqui para visualizar
 

Já está aberto ao público o Maior Presépio em Movimento do Mundo, em Santa Maria da Feira. A espalhar espírito natalício há sete anos, este presépio ocupa um total de 1500 metros quadrados e mostra ao público cerca de sete mil peças de artesanato, sendo que cerca de 95% foram feitas por encomenda. O presépio continua a ser um dos principais símbolos do Natal em todo o mundo, e Portugal não perde de vista a tradição. Este é o 7º ano consecutivo e os organizadores não têm dúvidas em dizer que o maior presépio em movimento do mundo está em terras lusas, em São Paio de Oleiros, no norte do país, escreve a Lusa.
Pelo espaço, os visitantes podem observar as cenas mais tradicionais do presépio, mas também pistas de comboio, teleféricos, monges e lenhadores. Na gruta existe uma nave espacial na qual ciclistas correm a Volta a Portugal, num percurso partilhado por urso polares, um comboio, cascatas, pais natais e até mesmo a Branca de Neve e os sete anões. A entrada é gratuita para todas as idades.
A organizar isto está a marca Cavalinhos, cujo diretor, Jacinto Azevedo, acredita que este ano o número de visitantes vai superar todas as expectativas. Se no ano passado passaram pelo presépio 200 mil pessoas, este ano a organização conta com meio milhão. A grande novidade do presépio de 2011 será a figura do Papa João Paulo II a dar a benção à irmã Lúcia. "Este é um dos eventos que mais visitantes traz à Feira, sobretudo excursões de escolas e lares de idosos, e as pessoas saem daqui encantada", afirma Jacinto Azevedo.
A preocupação energética também não é esquecida pela organização. É por isso que todas as áreas do presépio estão equipadas com sensores de movimento, de forma a evitar o desperdício de energia nos períodos de menos afluência.
[Notícia sugerida por Elsa Martins]

in boasnoticias.pt
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04 dezembro 2012

A beleza provoca o ladrão mais do que o ouro.

A beleza provoca o ladrão mais do que o ouro.
William Shakespeare
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Betty Boop Marinheira

Betty Boop Marinheira
Marfinite 1:50-12,5 cm - base 4,5x5 - extras: Acessórios. pormenores pintura, patines.
 Realmente o caso de Betty Boop é um mistério. Como pode uma pin-up de 82 anos (esta senhora nasceu em 1930) despertar ainda hoje tal fascínio? E é mais estranho se levarmos em conta que as novas gerações raramente conhecem os desenhos animados que a fizeram famosa... Além disso, a emancipação “escandalosa” que ela podia representar para os espectadores dos anos 1930 não justifica o seu sucesso com o público atual, que está acostumado à modernidade... Sendo assim, tem que haver algo mais, porém... O que será? Sem dúvida é o que chamamos “encanto”. Um encanto temporal, que permitiu à personagem, que no começo estava à frente do seu tempo, transformar-se em objeto de nostalgia. Travessa, francamente encantadora e dotada de uma personalidade muito simples, 
Betty evoca certa inocência perdida. Provavelmente continuará evocando-a durante anos, até mesmo quando a época dos desenhos animados em preto e branco tiver sido esquecida para sempre. Betty e as Flappers (Flapper é um termo usado na década de 1920 aplicado a uma nova geração de mulheres jovens ocidentais que vestiam saias curtas, não usavam espartilho, cortavam o cabelo, escutavam jazz, e tinham outras condutas similares. As Flappers eram vistas usando muita maquiagem, tomavam muitas bebidas destiladas, tratavam o sexo de maneira casual, fumavam, dirigiam automóveis, muitas vezes em alta velocidade, e tudo isso era um desafio às leis e era contrário ao que considerava-se socialmente correto.
 
As Flappers têm suas origens em um período de liberalismo, turbulências políticas e sociais e aumento dos intercâmbios culturais transatlânticos que seguiu-se ao final da Primeira Guerra Mundial, assim como a exportação de jazz americano à cultura europeia). Com as suas saias curtas e o seu estilo de vida independente, Betty Boop é a herdeira das jovens emancipadas que mudaram as regras do jogo nos Estados Unidos, nos anos 1920. Embora pareça que os personagens de ficção saem diretamente da imaginação dos seus autores, eles são sempre produtos da sua época. No caso de Betty Boop, que apareceu em Agosto de 1930, é obvio que sofreu a influência da enorme agitação provocada pelas “flappers” durante a década anterior.
 
Depois da Primeira Guerra Mundial 1914-1918, teve início a revolução feminina em parte do mundo ocidental. As norte-americanas, por exemplo, conseguiram o direito de voto em 1920. As mulheres brasileiras, por outro lado, tiveram que esperar doze anos, e as portuguesas, para o pleno direito ao voto, mais de cinquenta! Entretanto, as francesas consolavam-se lendo “La Garçonne” um romance de Victor Margueritte que descrevia, em 1922, o estilo de vida “escandaloso” de uma nova geração. O fenómeno desse tipo de mulher andrógina, que lutava pela igualdade entre géneros, apareceu igualmente na América, especialmente nos Estados Unidos, onde essas jovens foram batizadas com o nome de “flappers” tomado de um filme de 1920.
Popularizada pelo cinema e também pelos escritores como Scott Fitzgerald, a imagem da flapper foi estendendo-se entra as mulheres, a ponto de se transformar num fenómeno social.
De Clara a Betty
Em suma, a fapper rejeitava tudo o que representava a alienação da mulher. Seguindo o modelo de Coco Chanel, essas mulheres desfizeram-se do espartilho, encurtaram as saias, disfarçaram os seios e cortaram os cabelos. As “novas mulheres jovens” queriam desfrutar a vida como os homens faziam: bebiam, fumavam, escutavam jazz e dirigiam em alta velocidade. Além disso, tinham uma vida amorosa muito liberal. E para a sociedade da época, o mais espantoso era que quisessem exercer uma profissão atraente.
É compreensível que as atrizes de Hollywood se transformassem num símbolo dessa revolução, especialmente Clara Bow, grande estrela do cinema mudo, cuja fraqueza e louco comportamento horrorizavam as “pessoas de bem”. Foi nela que os irmãos Fleischer pensaram para criar a personalidade de Betty Boop, culo físico foi inspirado também noutra flapper, Helen Kane.
 A miniatura Betty Boop Marinheira
Quando precisa navegar, seja na baía de Nova York ou em viagens de longa distância, Betty conta sempre com a vestimenta adequada. O seu traje de duas peças permite que ela se mova livremente e ao mesmo tempo continua elegante e sexy. A boina de marinheiro, que pegou emprestada do seu amigo Popeye, não protege muito os seus cachos de cabelo, mas oferece a vantagem de lhe dar credibilidade quando está ao convés. Já a bóia poderia ser muito útil no caso de haver algum problema (por exemplo, se o capitão, ocupado admirando Betty, não visse que se aproxima de alguns rochedos...).
JJ fotos
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03 dezembro 2012

Dizes que a beleza não é nada?


Dizes que a beleza não é nada?
Imagina um hipopótamo com alma de anjo... Sim, ele poderá convencer os outros de sua angelitude - mas que trabalheira!




 
Mario Quintana
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