10 setembro 2012

Crazy Tuning







Crazy Tuning
 
JJ produção e fotos

Portuguesas Maravilha

Helena Costa

Nasceu em Santo Tirso, 03 de agosto de 1982, é uma modelo e actriz portuguesa.
É conhecida pela sua personagem Mónica, a pop star de Morangos com Açúcar.
Para integrar o elenco da série de sucesso da TVI, Helena Costa interrompeu a licenciatura em desporto (mais precisamente Aptidão Física e Saúde) na Universidade Lusófona em Lisboa.
Quando soube a personagem que ia interpretar, e viu as roupas que teria que usar pela primeira vez sentiu-se um pouco "assustada".
Mas rapidamente me habituei e agora até acho piada".
Assume-se uma mulher muito prática e obstinada.
Gosta de praticar Kitesurf e bodyboard Filmografia


Televisão
· Elenco principal, " Gracinha Saraiva" em Anjo Meu, TVI 2011 · Elenco Secundário, " Ana Pires " em 37. TVI 2010 · Elenco Prinicipal, " Helena Sacadura" em República, RTP1 2010 · Elenco principal, Bárbara em Ele é Ela, TVI 2009/2010 · Elenco principal, Paula Ferreira em Feitiço de Amor, TVI 2008/2009 · Elenco principal, Patrícia Martins em Doce Fugitiva, TVI 2006 · Elenco principal, Mónica Mello e Teixeira em Morangos com Açúcar, TVI 2005/2006 · Participação especial, em Coração Malandro, TVI 2003 · Participação em programas no SMS TV · Participação em programas no canal Viver Teatro · Musical, É Muita Fruta 2006 no Coliseu dos Recreios · Musical, Ao Ritmo Da Amizade Teatro Tivoli Produtora Plano 6 2007 · Infantil "O Macaco de Rabo Cortado" no Teatro Circo, e Teatro Guilherme Cousoul 2007.


Cinema
· Curta-Metragem, "Criminal", Carlos Conceição em 2007. · Curta-Metragem, "Coração Incendiário", de Carlos Conceição em 2008.



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Betty Boop - Cantora Morena e Loura

Betty Boop

Cantora de cabaré
O incrível destino de Betty Boop é traçado nos EEUU no início dos anos 1930 n’um ambiente de proibições e crise económica.
Por um lado, a venda de bebidas alcoólicas tinha sido proibida em 1919 de acordo com a décima oitava emenda da Constituição.
Por outro lado, a crise paralisava um país que enfrentava grandes dificuldades para sobrepor-se à queda da bolsa, que decapitou Wall Street depois da célebre “quinta-feira negra” de Outubro de 1929.

A catástrofe financeira alcançou todas as classes sociais, e Betty Boop aparece no momento exato para servir de consolo aos norte-americanos, imersos na reconstrução do seu país.
Em talkarttons e mais tarde em Betty Boop Cartoons, duas séries produzidas pelos irmãos Dave e Max Fleischer, a sedutora Betty encarnará todas as profissões e oferecerá em alguns momentos uma imagem um pouco fria da vida cotidiana da mulher.
Embora como cantora de cabaré ela se mostrasse mais provocadora, na sua primeira aparição na tela não era tão atraente nem usava a extravagante roupa da imagem deste fascículo.
Era o ano de 1930 e Betty já cantava, mas o seu personagem oferecia somente uma caricatura do futuro glamour, pois tinha longas orelhas e boca vermelha como a de uma cachorrinha, apaixonada por Bimbo, a estrela canina dos Estúdios Fleischer... Nasce uma estrela.

É óbvio que a profissão de estrela não está livre de percalços, e a carreira de Betty Boop anunciava-se como especialmente incerta, já que era algo inédito no universo dos cartoons nos EEUU.

De maneira parecida ao que ocorre com as atrizes iniciantes, de talento duvidoso, a princípio teve de se conformar com um papel feminino secundário, sendo totalmente eclipsada pelo cachorro Bimbo, suposta estrela dos primeiros Talkartoons dos irmãos Fleischer, que tentavam com este personagem competir com o bem-sucedido Mickey, produzido pelos estúdios Walt Disney.
Nascida do lápis de Grim Natwick apareceu pela primeira vez nas telas em pleno verão de 1930 em Dizzy Dishes, encarnando uma bailarina de cabaré com longas orelhas caninas e um focinho preto que escondia em parte o seu encanto.
Para a felicidade de Bimbo, com quem parecia estar comprometida, a nova personagem, que ainda não possuía um nome próprio, cantava e representava com muito estilo uma lânguida melodia, tomando emprestado de Helen Kane o imortal “Boop Boop a Doop”.
Nesse momento, ninguém, nem mesmo Dave e Max Fleischer poderiam pensar que um híbrido canino teria um destino tão maravilhoso.

 
A brilhante ascensão
Conforme avançava a história dos Talkartoons, o cachorro Bimbo e essa nova cantora de longas orelhas iam trocando os seus papéis.
A fama do primeiro foi apagando-se irremediavelmente, enquanto a da segunda não parava de crescer.
Até que finalmente, o mundo dos cartoons mostrava-se tão impiedoso como a da sétima arte Hollywoodiana, e logo a ordem dos seus nomes inverteu-se também nos cartazes.

A partir desse momento, a estrela iniciante empreendeu sua metamorfose. N’um crescendo antropomórfico, seus atributos caninos foram desaparecendo pouco a pouco: o focinho se converteu em nariz diminuto e travesso, as longas orelhas transformaram-se em belos brincos.
Somente seus olhos, com um encanto insondável, mantiveram-se sempre igualmente grandes.
Rapidamente se transformaria n’uma sedutora que preenchia a tela, cuja silhueta e traços eram inspirados, em grande medida, em uma mistura caricata das pernas da voluptuosa atriz Mae West, uma das sex-simbol da América dos anos 1930 e do rosto da não menos atraente cantora Helen Kane.

 
A miniatura
Ela apresenta-se vestida como cantora de cabaré, sua profissão inicial nos Talkarttons dos irmãos Fleischer.
Está absolutamente deslumbrante com esse sumptuoso vestido de noite vermelho, símbolo máximo do glamoroso estilo dos anos 1930 nos Estados Unidos.
O boá mal dissimula o seu profundo decote, e o vestido tem uma abertura lateral tão generosa que toca o limite da decência, presenteando a visão com uma perna interminável, deliciosamente traçada, maravilhosamente modelada, que termina com um pé calçado com um sapato de salão que combina com a lingerie de tom carmim, que imaginamos ser confecionada com o tecido mais incandescente.
O cabelo preto cor de carvão da bela jovem parece ter saído diretamente dos anos 1920, e foi inspirado em grande medida no corte à la garçon e enfeitado com múltiplos cachinhos, sem dúvida para o prazer de seus numerosos admiradores.
Os olhos de Betty são enormes, uma característica que muito contribui para o seu encanto e fascinante poder de sedução.


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Portuguesas Maravilha






Luísa Beirão
 
Nasceu em Sever do Vouga, 29 de Agosto de 1977, é uma modelo portuguesa.
 
Biografia
Iniciou a carreira de modelo em 1993, participando nos concursos The Look of the Year e Super Model of the World, e em 1994 ganha o concurso da revista Cosmopolitan.
Luísa queria seguir a área de Educação Física mas a Matemática, a Física e a Química dissuadiram-na.
Abandonou os estudos e dedicou-se totalmente à moda.
Depois de participar em vários desfiles internacionais, atinge a notoriedade ao ser escolhida, em 1997, como a Tommy Girl portuguesa.
Fez parte da girl band Antilook, mas não se identificou com o projecto musical. Em Junho de 1999, casou-se com um conhecido jogador de futebol, de quem se divorcia em Março de 2011.
Em Abril de 2008, foi mãe pela primeira vez de uma menina.
Em Setembro de 2010 vai ser mãe pela segunda vez, fruto da sua relação com ex-futebolista .
Foi eleita como imagem de marca da Coca-Cola para o Verão, surgindo num anúncio filmado em Setúbal.

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03 setembro 2012

...os homens gostam tanto de mulheres

ALGUNS MOTIVOS PELOS QUAIS OS HOMENS GOSTAM TANTO DE MULHERES:

1- O cheirinho delas é sempre gostoso, mesmo que seja só xampu.
2- O jeitinho que elas têm de sempre encontrar o lugarzinho certo em nosso ombro, nosso peito.
3- A facilidade com a qual cabem em nossos braços.
4- O jeito que tem de nos beijar e, de repente, fazer o mundo ficar perfeito.
5- Como são encantadoras quando comem.
6- Elas levam horas para se vestir, mas no final vale a pena.
7- Porque estão sempre quentinhas, mesmo que esteja fazendo trinta graus abaixo de zero lá fora.
8- Como sempre ficam bonitas, mesmo de jeans com camiseta e rabo-de-cavalo.
9- Aquele jeitinho sutil de pedir um elogio.
10- O modo que tem de sempre encontrar a nossa mão.
11- O brilho nos olhos quando sorriem.
12- O jeito que tem de dizer ‘Não vamos brigar mais, não..’
13- A ternura com que nos beijam quando lhes fazemos uma delicadeza.
14- O modo de nos beijarem quando dizemos ‘eu te amo’.
15- Pensando bem, só o modo de nos beijarem já basta.
16- O modo que têm de se atirar em nossos braços quando choram.
17- O fato de nos darem um tapa achando que vai doer.
18- O jeitinho de dizerem ‘estou com saudades’.
19- As saudades que sentimos delas.
20- A maneira que suas lágrimas tem de nos fazer querer mudar o mundo para que mais nada lhes cause dor.

Arnaldo Jabor
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Peugeot H2O

Peugeot H2O
Bombeiros de França

comp. 4,294 m - larg. 1,689 m - distância entre eixos 2,690 m - alt. 1,679 m - peso 1700 kg - duas entradas de mangueiras de 70 mm - escada telescópica - reservatório de água - dois tripulantes. metal 1:43 - 10 cm - base 8x15 cm - extras: Base técnica.


Este concept car, que adotou o nome da molécula de água, o elemento mais utilizado pelos bombeiros, é basicamente um protótipo que demonstra a importância da tecnologia das pilhas de combustível.
Além da sua forma muito interessante o H2O, o novo veículo da Peugeot, pretende demonstrar a viabilidade do ponto de vista técnico e do próprio equipamento anti-incêndio.
Na parte posterior do veículo, atrás da cabine prevista para dois bombeiros, há um reservatório de água sobre o qual uma escada foi montada.
Nas laterais do reservatório estão integrados os volumes dos compartimentos previstos para alojar o equipamento hidráulico e de combate a incêndios.
De formato cilíndrico o reservatório se adequa ao estilo deste concept car.
O logotipo da fábrica, o célebre leão da Peugeot, está no centro da porta do reservatório.
Com pintura vermelho bombeiro, o veículo é dotado de todos os equipamentos de sinalização previstos na legislação francesa, dispondo, portanto de sirenes na parte dianteira do teto e faixas reflexivas nas laterais e na parte posterior.
O cuidado extremo não está presente apenas na parte externa do veículo: o local do condutor inclui uma série de instrumentos de alta tecnologia, como GPS e um sistema de mapas eletrónicos.

 
Uma pilha de combustível como fonte de energia
O Peugeot H2O é uma viatura de tração elétrica que funciona com baterias, dotado de um grupo auxiliar Range Extender formado por uma pilha de combustível.
O sistema Range Extender funciona como grupo auxiliar de potência que permite ter a bordo uma reserva de energia elétrica permanente para alimentar os diversos dispositivos de socorro e de emergência, conforme os casos.
Para seu funcionamento a pilha de combustível requer hidrogénio e oxigénio.
O oxigénio é extraído do ar ou de um cilindro e o hidrogénio é produzido diretamente conforme as necessidades de funcionamento do sistema.
A produção direta de hidrogénio é feita a partir de uma solução de borohidreto de sódio e de um catalisador.
A união de duas moléculas de hidrogénio e uma de oxigénio gera uma reação eletroquímica que provoca um deslocamento de elétrons, gerando água, calor e, sobretudo, oxigénio.
Outro grande benefício desse sistema é que a pilha de combustível não polui, pois somente liberta água ao entorno!


Funcionamento em circuito fechado
Um veículo tradicional requer oxigénio para queimar o combustível, mas o veículo H2O pode continuar a operar, inclusive em ambientes fechados e sem oxigénio, como estacionamentos cobertos ou túneis em chamas.
Neste caso, o oxigénio necessário é fornecido através de dois cilindros carregados no veículo, que também servem para garantir a respiração dos membros da tripulação. Para facilitar os deslocamentos em condições de visibilidade reduzida, o Peugepot H2O é dotado de sensores de proximidade nos para-choques e de um sistema radar na parte frontal do veículo.

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