21 outubro 2012

O dinheiro ajuda a suportar melhor a pobreza.
 
Alphonse Allais
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15 outubro 2012

Canção das mulheres

Canção das mulheres

Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais.
Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.
Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.
Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.
Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.
Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.
Que o outro sinta quanto me dóia idéia da perda, e ouse ficar comigo um pouco - em lugar de voltar logo à sua vida.
Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo ” Olha que estou tendo muita paciência com você!”
Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize.
Que se eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.
Que o outro não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.
Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa - uma mulher.

Lya Luft
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Fiat 643-690 1965
 
Chamado “Baffo” (bigode) por causa da sua barra cromada atravessada na grelha, O Fiat 690 é o camião italiano mais emblemático.
SACOR - Petróleos - Portugal
 
 
6 cil.-11548 cc - 190 cv - v.máx. 73 kmh - peso bruto 6,1 ton - carga útil 11,4 ton.
SACOR, uma marca que fez história em Portugal
A SACOR é uma das marcas mais nostálgicas e presentes na imaginação dos portugueses.
A sua criação marcou uma viragem no progresso e desenvolvimento da indústria petrolífera em Portugal.
Fundada em 1937 foi a primeira empresa petrolífera portuguesa.
Até à sua criação, Portugal limitava-se a importar produtos petrolíferos, mas, com a necessidade de refinar o petróleo em território nacional, foram criadas todas as condições para que tal ocorresse.
Assim, a empresa perdurou durante várias décadas, até que, após o 25 de Abril de 1974, foi integrada na atual GALP.
Apesar de a marca já não existir há muito tempo, os produtos SACOR marcaram várias gerações e fizeram parte da vida de todos os portugueses durante longos anos.
Quem não se lembra dos míticos postos de combustível espalhados por todo o país, e os enormes camiões como este, que circulavam nas estradas por todo o Portugal?



FIAT o emblema italiano
Alguns países possuem o seu camião emblemático: O Pegaso Comet em Espanha, O Berliet GLR em França ou ainda o Mercedes L911 “capot boleado” na Alemanha.

No país dos Ferrari, todos os tifosi de camiões veneram o Fiat Baffo cuja carreira atravessou décadas.
Seria demasiado fácil resumir a história da empresa Fiat e do seu sucesso planetário. Para prová-lo, bastariam os pequenos 500 e 600 que puseram a Itália a deslizar sobre rodas. Efetivamente, a Fabrica Italiana di Automobili – Torino (FIAT) começou a produzir nas suas oficinas veículos pequenos de motor bicilíndrico a partir de 1899. Em 1903 a firma passou para outro escalão ao construir grandes 4 cilindros de luxo.
E para dar a conhecer a qualidade dos seus produtos, nada melhor do que participar nas primeiras grandes competições automobilísticas.
Começou pelas famosas maratonas entre cidades como Paris-Madrid, depressa proibidas pelas autoridades públicas depois de um grande número de acidentes mortais.
A seguir, surgiram as competições em circuitos como a Taça Gourdon-Bennet ou os Grandes Prémios do ACF.
Estas provas, onde se destacou o piloto Vincenzo Lancia, que, mais tarde, fundaria a sua própria empresa, fizeram muito pela fama da Fiat.
A partir de então, a empresa fez alinhar monstros com mais de 12 litros de cilindrada (12000 cc), de transmissão por correia, à imagem do mítico FiatMefistófeles”.
Destinos Cruzados O desencadear da Grande Guerra em Agosto de 1914 conduziu a firma de Turim a um grande desenvolvimento graças às encomendas de material militar, em particular de camiões.
O primeiro Fiat de grande difusão foi lançado em 1919, mal terminou o conflito: foi o Fiat 501 de 1,5 litros de cilindrada, declinado em diversas variantes de carroçaria.

Quatro anos mais tarde, seguiu-se um modelo mais económico, o Fiat 509 com alguns dos seus derivados a serem fabricados em França sob licença por uma sociedade dirigida por um italiano, Henri-Théodore Pigozzi, que deu início ao seu negócio comprando ferragem em França à conta da Fiat antes de criar a sua oficina de montagem.

Passados alguns anos, em 1935 Pigozzi fundou a sociedade Simca, e uma das suas filiais de transportes pesados - a Unic - encarregou-se de distribuir os camiões Fiat em princípios dos anos 70.
Não deixa de ser realmente estranho como os destinos se cruzam...
Durante a década de 1930 os construtores de pesos-pesados europeus começaram a diversificar as suas gamas e motorizações.
Com efeito, o motor Diesel, ainda denominado “motor a óleo pesado”, começou a multiplicar-se nas estradas.
Uma maior longevidade mecânica, um consumo reduzido e sobretudo, um preço por litro de combustível muito mais rentável contribuindo para popularizar o Diesel junto dos transportadores.
Em França, a Renault e a Berliet propuseram-se como uma alternativa aos seus potentes, mas sequiosos motores a gasolina. A Willème ou a Bernard, por seu lado, confiaram no Diesel licenciado pela Gardner.

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Altaya
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12 outubro 2012

É melhor deixarmo-nos de planear, sobretudo no que respeita ao futuro.
 
Alphonse Allais
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Betty Boop empregada doméstica

Betty Boop - Empregada Doméstica
 
Marfinite 1:50 - 13 cm base 5x5 cm

Hoje é difícil imaginar que houve um tempo em que os desenhos animados não eram destinados às crianças.
Mas esse é o caso dos famosos “cartoons” as produções de animação cinematográfica realizadas nos EEUU desde os anos 1920 dirigidas aos espetadores adultos.
As produções do estúdis Fleischer, na verdade, pretendiam descrever com certo realismo o umiverso das grandes cidades, incluindo a sua violência ocasional.

A sede do estúdio Fleischer ficava na cidade de Nova York e os filmes que produzia abordavam frequentemente, com humor ácido, a realidade da megalópole, e é evidente que a sexualidade fazia parte dela. como atesta, estre outros, o personagem de Betty Boop. Herdeira das “flappers” dos anos 1920, jovens de vestidos curtos e costumes liberais, Betty é uma heroína cuja sensualidade fascina o público.
Porém, os ventos do moralismo que sopram no cinema em meados dos anos 1930 também não perdoam o cinema de animação, no qual, desde então os amáveis heróis de Alt Disney passariam a reinar por um longo tempo.
Nesse sentido, o triunfo do filme Branca de Neve, de 1937 seria o começo do canto do cisne para a pobre Betty... Uma heroína sexy demais.
Além de ser a primeira estrela feminina da animação, Betty Boop foi um símbolo de liberdade sexual.

E assim como suas companheiras de Hollywood, seria vítima da repressão que ameaçava o cinema norte-americano.
De todos os ingredientes que garantem o sucesso dos cartoons de Betty Boop, é claro que os dotes físicos da heroína são alguns dos mais importantes.
Desde o seu surgimento, quando ela ainda se parecia vagamente com um cachorrinho de longas orelhas, Betty apresentava-se sobre um palco de cabaré, trajando um vestido tão curto quando o decotado, e enquanto cantava se movia de maneira insinuante. Desse momento em diante, todos os seus filmes estariam marcados por um erotismo divertido.
Uma das gags mais fuequentes mostra Betty puxando o seu vestido para baixo, recatadamente, só para que ele volte a subir no instante seguinte.
Outras vezes a saia se levanta e ela não consegue abaixá-la, ou a combinação sai voando, deixando-a nua sob os lençóis.
Os animadores da série jamais perdem a oportunidade de deixar que a silhueta de Betty seja vista à contraluz, ou de mostrá-la em roupas íntimas; e os personagens masculinos que dividem a tela com ela não hesitam em observá-la.

Em “Betty Boop’s Bamboo Isle” (1932) Betty enterpreta uma mulher polinésia que dança sensualmente na praia, vestida com uma simples saia feita de plantas e com uma “lei”, um tipo de grinalda de flores que mal cobria os seios.
E não seria a última vez que usaria esse traje sumário.
Betty censurada No começo dos anos 1930, a série de Betty Boop torna-se ainda mais “excitante” quando os seus autores não hesitam em abordar a sensualidade com total franqueza.

Ao mesmo tempo se vangloriam de usar certo humor negro, que às vezes era até mesmo chocante...Mas essa grande liberdade de expressão, típica do estúdio Fleischer, mostrou-se muito problemática quando a aplicação do famoso Código Hays tronou-se mais rígido em 1934.
Atualmente ignora-se se os censores atacaram oficialmente Betty Boop os se, como todos os diretores de estúdio de Hillywood, os irmãos Fleischer tiveram que se autocensurar.
O certo é que Betty sofreu uma profunda transformação a partir de 1935.
Não só o seu novo vestido ocultava as coxas – incluindo a sua célebre cinta-liga – como também os ombros e seios passariam a estar bem cobertos.
De jovem liberal e sexy, Betty transforma-se pouca a pouco numa mulher solteira um tanto moralizadora.
Sem dúvida, essa mudança radical estava diretamente relacionada com o declínio da estrela no final da década.

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SALVAT
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CRISE...

Devido a corte no orçamento da Força Aérea, o treino de futuros pilotos aviadores de caças, será efetuado nestas aeronaves especialmente concebidas para a época que vivemos.

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Portuguesas Maravilha





Helena Coelho

Nasceu em Setúbal a 16 de julho de 1981 é uma modelo e apresentadora de televisão portuguesa.
Viveu no Japão durante três meses quando tinha dezoito anos e estudou Ciências da Cultura e da Comunicação na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias de Lisboa.
Actualmente apresenta o programa Só Visto! e a programação da RTP1.
Casou com Marco Ferreira, de quem se divorciou e de quem tem uma filha Mariana, nascida quando tinha vinte anos.
Desde então foi namorada de João Pereira.

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11 outubro 2012

A imaginação é mais importante que o conhecimento.
 
Albert Einstein
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Sentir dor é inevitável. Sofrer é opcional.
 
M. Kathleen Casey
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Street City

Street City
modelos metálicos
Diorama 11x23 cm
 
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Posso resistir a tudo, menos à tentação.
 
Oscar Wilde
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Gentileza do amigo Antóniuo C.
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Devido à CRISE, preparem-se!!...dentro de pouco tempo vão ter que trocar o vosso lindo computador atual, por este modelo mais apropriado aos tempos que aì vêm....

09 outubro 2012

AIRBUS A380 Emirates

AIRBUS A380 EMIRATES
 
Vejam os videos...eu não consigo fazer comentários!!...SURREAL
 
 




 
gentileza do amigo José Costa
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Betty Boop - Agente da Policia

Betty Boop - Agente da Policia

Em alguns momentos Betty Boop foi criticada por ser mais feminina que feminista.
De facto, a pin-up tem todos os atríbutos da “mulher objeto”.

Mas também é verdade que se pode argumentar dizendo que Betty foi a primeira heroína dos desenhos animados, que se transformou em estrela protagonista e que conseguiu isso num mundo - o dos cartoons - que, mesmo sendo fantástico, também era dominado pelos heróis e pelos estereótipos masculinos.

Desta forma, pode-se considerar que a sua evolução nos produtos do estúdio Fleischer é representativa da evolução vivida pelas mulheres durante o século XX.
Betty começa aparecendo brevemente nos cartoons, cuja estrela é o cachorro Bimbo: nessa época ela não era mais do que a “amada do herói” e sequer tinha nome.

Seu personagem foi se impondo pouco a pouco, e adquiriu uma personalidade e um carisma muito próprios, até ao ponto de rebatizarem a série na qual ela apareceu pela primeira vez: os Talkartoons mudaram de nome para se transformarem em Betty Boop Cartoons!

Assim, numa época na qual estrelas como Mae West e Marlene Dietrich impunham em Hollywood modelos de heroínas liberais, Betty Boop também ajudava a criar uma nova imagem da mulher.
A saga dos Fleischer Apesar do seu irresistível encanto, Betty Boop não se criou sozinha.
Devemos a sua existência a dois irmãos excecionalmente dotados (Max e Dave), que conseguiram com a Boop girl um dos seus maiores sucessos.
O empreendedor Max Fleischer chegou ao mundo em 1883 n’um povoado da Polónia mas a sua família logo emigrou, e o seu irmão Dave nasceu em Nova York, em 1894.
Max demonstrava ter aptidão para o comércio e a tecnologia, e compartilhava com seu irmão mais novo o gosto pelo cinema.
Foi assim que, em 1914 inventaram uma nova máquina, o rotoscópio, que revolucionou a técnica do desenho animado, permitindo partir de filmagens de imagens reais para dotar a animação de um movimento mais realista.
Ao longo de sua carreira, Max registaria uma dezena de patentes diferentes.
Graças ao rotoscópio, Max e Dave lançaram a sua primeira série de cartoons, intitulada “Out of the Unkwell”, isto é, Fora do Tinteiro.
Projetados a partir de 1919, esses filmes obtêm um sucesso notável, o que levou os Fleischer a criarem o seu próprio estúdio.
A partir de 1925 a dupla já apresentava os primeiros cartoons sonoros da história, entre eles os “Ko-Ko Song Car-Tunes” produzidos entre Maio 1924 e Setembro 1917, uma criação que costuma ser atribuída equívocamente ao curta-metragem “Steamboat Willie” de Walt Disney, realizado na verdade três anos depois em 1928.


A década gloriosa
O estúdio Fleischer viveu a sua idade de ouro nos anos 1930.
Koko, o palhaço, o cachorro Bimbo e Betty Boop eram muito populares.
Mais tarde, outro personagem criado pelos desenhadores do estúdio se transformaria também em protagonista: Popeye, o marinheiro, que chegou a ser o único herói capaz de competir com a superestrela Mickey.
Porque, sem dúvida, o grande rival dos Fleicher era Walt Disney, e por uma ironia da vida seria Richard Fleischer filho de Max, quem vinte anos depois dirigiria a versão de “Vinte Mil Léguas Submarinas” produzida pelos estúdios Disney.
O estúdio Fleischer realizaria a famosa adaptação animada de “Super-homem”, e a sua primeiro longa-metragem “As Viagens de Gulliver” estreado em 1939, que seria um grande sucesso.

Porém a sua incursão no cinema “Mr. Bug Goes to Town” vê-se bombardeada pela entrada dos EEUU na Segunda Guerra Mundial em 1941.
Nesse momento, os dois irmãos tiveram de ceder a sua sociedade à Paramount que os mantém um tempo como produtores.
Em 1943, entretanto, seus contratos não são prorrogados: é o fim do estúdio Fleischer, rebatizado com o nome de “Famous Films” pela Paramount.
Devido às divergências com o seu irmão, Dave abandona a animação e passa a trabalhar para os estúdios Columbia e Universal, enquanto Max continuaria produzindo desenhos animados para outras companhias.
Infelizmente nunca mais se veria o estilo tão pessoal e criativo dos Fleischer no mundo da animação.


JJ fotos
SALVAT
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