03 maio 2012

Críticos de Arte

Críticos de Arte
 ...e que pensar destas opiniões !!!???...não há dúvida que o ambiente circundante transporta subconscientemente a pessoa ao nível do cenário.
Quem ousaria dizer que aquele quadro poderia ter sido pintado por uma criança, um esquizofrénico, ou por um elefante...com a tromba...como já vi !!!!
 Gentileza do amigo João S.
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01 maio 2012

Dicionário Multilingue

PORTUGUÊS-JAPONÊS
Adivinhador - Komosabe
Bêbado - Yochi Tomo Whiski
Café amargo - Takaro Azukar
Top Less - Sakare Ateta
Diarreia - Kagasoagua
Carro - Kenon Hémoto
Compre - Adkira
Terror - Aikimedu
Teimoso - Yono Komo
Meia volta - Kasigiro
Bilhar - Takada Nabola
Bar - Boti Kin
Político - Roba Kasitudo
Se foi - Non-ta
Acabou a gasolina - Yaminhamoto Nonanda
Vice-campeão - Kuasi-Ganho
Ainda tenho sede - Kiro Maisagwa
WC - Akisicaga
Fim - Saka-bo

Robot Disk




Robot Disk
PVC 17x10x16 cm disco roda e voa por tração de embulo de cremalheira
extras: Montagem kit, acessórios, base disco.
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Dicionário Multilingue


PORTUGUÊS-ALEMÃO
Abrir a porta - Destranken
Não me interessa - Queselich
Bombardeio - Bombascaen
Chuva - Gotascaen
Sogra - Ajjj


PORTUGUÊS-INGLÊS
Banheira giratoria - Tina Turner
Indíviduo de bom autocontrole - Auto Stop
Copie bem - Copyright
Talco para caminhar - Walkie Talkie

Calças femininas....anos 1960

...pois é!!!...nestes "longínquos" anos 60 do século passado, era preciso lutar-se muito para se conseguirem estas "conquistas" !!!
Se os senhores mandantes e fazedores das leis "dos bons costumes" da altura, viessem à Lisboa de hoje...................

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Portuguesas Maravilha






Laura Figueiredo
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24 abril 2012

25 Abril 2012

Era uma vez um país
onde entre o mar e a guerra
vivia o mais infeliz
dos povos à beira-terra.......
 José Carlos Ary dos Santos
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19 abril 2012

A tragédia não é quando um homem morre.
A tragédia é o que morre dentro de um homem quando ele está vivo.

Mário Sérgio Cortella -Filósofo
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Assim era Bocage ...

Conta-se que Bocage, ao chegar a casa um certo dia, ouviu um barulho estranho vindo do quintal.
Chegando lá, constatou que um ladrão tentava levar os seus patos de criação.
Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com os seus amados patos, disse-lhe:
- Oh, bucéfalo anácrono! Não te interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo acto vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo... mas se é para zombares da minha elevada prosopopeia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com a minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência que o vulgo denomina nada.


  E o ladrão, confuso, diz:
- Doutor, afinal levo ou deixo os patos?

Gentileza do amigo Hipólito
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"Ignorância e vento têm grande atrevimento"
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17 abril 2012

OLIVA - Indústrias Metalúrgicas, S.A.OLIVA

OLIVA - Indústrias Metalúrgicas, S.A.OLIVA
Princípio, meio e triste fim da que foi uma das industriais mais emblemáticas do nosso país, chegando a ter mais de 3.300 funcionários...

Em S. João da Madeira, então, capital do chapéu em Portugal e nº 3 a nível mundial, era fundada em 1925 como “Indústrias A. J. Oliveira, Filhos & Cª. Lda”.
A Oliva que começou por dedicar-se à indústria de fundição, serralharia, serração e carpintaria mecânica. Quatro anos depois ocupava uma área de 2.700 metros quadrados e empregava 20 trabalhadores, que produziam sobretudo alfaias agrícolas, forjas portáteis e material para a indústria chapeleira.
Em 1934 chegavam à Oliva os fogões de cozinha, ferros de engomar, radiadores e tornos de bancada, e em 1948 era inaugurada a fábrica das máquinas. Nessa altura inicia-se também a produção de ferro fundido maleável, a que se segue o fabrico de tubos em 1945, de motores de explosão de pequena cilindrada em 1963 e de material para lavandaria em 1964.

Cinco anos mais tarde, a empresa passava a sociedade anónima - Oliva, Indústrias Metalúrgicas SA - e é adquirida pelo grupo norte-americano ITT - International Telephone and Telegraph Corporation.
A produção de componentes de torneiras, sómente para exportação, em “joint-venture” com a empresa alemã ‘Friederich Grohe’, também do grupo ITT, começava em 1972 e, no ano seguinte, a Oliva chegava aos 90.000 metros quadrados e 3.363 funcionários. As suas máquinas de costura OLIVA lideraram o mercado nacional durante décadas.
Depois de ter fabricado componentes para torneiras alemãs da marca “Frederich Grohe” é criada a marca de torneiras "Oliva", nos anos 80 para o mercado nacional, utilizando os modelos da da marca alemã (actualmente “Grohe”) sob licença, e junta-se a outras marcas de prestígio como "Zenite", de Lisboa e pertença do grupo Mello (esta desde

os anos 90 pertença de António Saraiva, actual presidente da CIP), "Hei", de Valadares e também do grupo Mello (extinta nos finais dos anos 90 e integrada na Zenite) e "JAS", do Porto, entre outras, dominando as quatro o mercado nacional no sector, durante muitos anos até á entrada de Portugal na Comunidade Europeia … mais de 30 anos.

A ‘Oliva - Indústrias Metalúrgicas, S.A.’ é nesta altura líder do mercado em tubos e acessórios em ferro galvanizado, e em ferro "preto", num mercado em que existiam também neste segmento de producto a ‘Ferpinta’ e ‘Oliveira & Ferreirinha’ (OIF). Destes três fabricantes só um sobreviveu a ‘Ferpinta - Ind. Tubo Aço de F.P.T. S.A.’ que se situa em Carregosa , Vale de Cambra.
Em 1985 regressava a accionistas portugueses, destacando-se João Cebola, que compra a ‘Oliva - Indústrias Metalúrgicas, S.A.’ à multinacional ITT por 1 dólar, e sucedem-se diversas reformulações: nesse ano a empresa passa a chamar-se ‘Oliva Trade - Importação e Exportação Lda.’.
Com fundos estruturais do PEDIP I, a metalúrgica conclui em 1993 a modernização das fundições.
Em 1995, a pujança começa a esbater-se, define-se um plano de viabilização e a empresa passa a chamar-se ‘Buciqueira’, gerida por uma sociedade de credores com o Estado a comandar.


Ludgero Marques, dono da Cifial (fábrica de torneiras e ferragens de luxo, para portas, cujo mercado era quase exclusivamente de exportação) e então presidente da AEP, entra em cena em 1997, ao comprar a fábrica de torneiras da Oliva por 600 mil euros, com a contrapartida dessa produção sair da metalúrgica.
A marca de torneiras ‘Oliva’ desaparece e é substituída pela sua ‘Cifial’. Em 2004, e após mais um processo de insolvência, o grupo Suberus, com investimentos na cortiça e imobiliário, compra a Oliva por 1,5 milhões de euros, seis anos depois de ter adquirido a fábrica de tubos metálicos da Oliva por 360 mil euros.

A empresa surge como ‘Novolivacast’ e a administração avança com capital e estratégias como o reforço no mercado externo, reajuste nos equipamentos e a redução de trabalhadores.
Cinco anos depois, em Agosto do ano passado, a administração da Oliva, nas mãos da Suberus, pede a insolvência para "garantir a sua viabilidade económica". Em Maio, tinha já recorrido ao lay-off que atingiu 178 dos 198 trabalhadores.
Encerra definitivamente em 15 de Abril de 2010, tendo sido declarada a sua insolvência.


Em 2009, a Câmara Municipal de São João da Madeira adquiriu parte das instalações da antiga metalúrgica Oliva, um dos símbolos industriais da cidade.
Para este local, foi recentemente aprovado financiamento para um projecto de 9,2 milhões de euros que, em conjunto com a Casa das Artes e da Creatividade (já em construção), pretende revolucionar culturalmente a cidade nos próximos anos. Irá ser instalado no espaço um Centro de Arte Contemporânea, para o qual a autarquia já dispõe de uma colecção privada, recentemente doada, de mais de 1000 obras de autores reconhecidos como Júlio Pomar, Paula Rego, Maria Helena Vieira da Silva e Árpád Szenes.


in. Blog “Restos de Colecção” - fotos Biblioteca de Arte-Fundação Calouste Gulbenkian
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Suaves brisas....

A inveja, como o vento, açoita sempre os cumes mais altos.
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Berliet FPTL 500 KE 1974





Berliet FPTL 500KE com cabine dianteira K 1980 - 1974
Autobomba de dimensões reduzidas
Bombeiros de França

6 cil.- 140 cv - tanque 1500L  - bomba centrífuga de anel líquido e vazão de 1000 L/min - carretel p/ mangueira 80 mx22 mm - lança 20/7 com mangueiras 200 m x 45 mm e 600 m x 70 mm - 4 dutos de aspiração 100 mm - lança 65/18 + 4 lanças 40/14 - escada telescópica de grandes dimensões - gancho com cabo - 6 tripulantes.
metal, escala 1:50-13 cm base 7x15 cm - estras: Faixa, base técnica.

Uma autobomba de dimensões reduzidas para poder operar nas ruas e nos centros históricos sem causar danos.
As dimensões desta viatura autobomba-tanque leve tornaram possível a sua operação em praticamente qualquer local de intervenção. Embora tenham deixado de ser utilizados nas cidades, alguns exemplares ainda hoje são utilizados como veículos de primeira saída em zonas rurais, como é o caso desta reprodução. Apesar de ter a incrição"Service départemental d'incendie et de secours de l'Yonne" nas suas portas, este veículo +e utilizado pelo corpo de bombeiros de Lavau, em Puisaye, no mesmo departamento francês. Trata-se do primeiro FPTL (Fourgon Pompe Tonne Légére) adquirido pelo serviço departamental em 1976 de acordo com o planejamento de reestruturação quinquenal iniciado em 1974. O FPTL Berliet 500KE foi destinado ao centro operacional de Bléneau para substituir uma antiga viatura de combate a incêndios normatizada que estava em operação há mais de 20 anos. Outro FPTL entrou em serviço na frota de Villeneuve-l'Archevêque na região setentrional do departamento.
Diferente do programa da época, os dois FPTL eram equipados com dois carretéis para mangueiras com a finalidade de aumentar a sua capacidade de aliumentação da bomba, mesmo quando a intervenção ocorria em campo aberto. Depois de serem substituídos por modelos mais modernos, esses veículos passaram a ser utilizados como viaturas recerva.

15 abril 2012

Uma Democracia de verdade

Uma Democracia de Verdade
Eu acho que é preciso continuar a acreditar na democracia, mas numa democracia que o seja de verdade.
Quando eu digo que a democracia em que vivem as actuais sociedades deste mundo é uma falácia, não é para atacar a democracia, longe disso.
É para dizer que isto a que chamamos democracia não o é.
E que, quando o for, aperceber-nos-emos da diferença. Nós não podemos continuar a falar de democracia no plano puramente formal.
Isto é, que existam eleições, um parlamento, leis, etc. Pode haver um funcionamento democrático das instituições de um país, mas eu falo de um problema muito mais importante, que é o problema do poder. E o poder, mesmo que seja uma trivialidade dizê-lo, não está nas instituições que elegemos.
O poder está noutro lugar.

José Saramago, in 'Lancelot (1997)'
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ZIL 130 1969 - Mongólia





ZIL 130 1969
Autotanque - Bombeiros do Parque de Ulan Bator - Mongólia

95 cv 4x2 - v.máx. 85 kmh - depósito 200 L - 3 tripulantes
metal, escala 1:57 - 12,5 cm - extras: Faixas, base técnica.

Os incêndios em estepes são especialmente violentos e requerem uma grande quantidade de água no seu combate. O camião-tanque do parque mongol de Ulan Bator é uma herança do período soviético.
Este autotanque ZIL 130 serve de apoio logístico que permite alimentar as viaturas tipo autobomba e atacar diretamente on incêndios.
Com o contigente de apenas 2800, os bombeiros da Mongólia precisam proteger um extenso território, combatendo incêndios domésticos frequentes e gigantescos incêndios em bosques ou na estepe, sendo expostos a condições climáticas extremas durante mais de quatro meses ao ano.
Uma marca de fábrica russa.
A pertir de 1956 todos os veículos anti-incêndio passaram a ser produzidos de acordo com critérios de padronização sob a marca ZIL. A forma característica da sua cabine com capô amplo foi adaptada para atender as necessidades dos distintos veículos anti-incêndio destinados a proteger áreas de importância económica e de infraestruturas, como industrias, aeroportos e zonas portuárias da União Soviética.
Capaz de levar água a qualquer lugar. Os bombeiros da Mongólia precisam transportar em pouco tempo uma considerável quantidade de água para limitar a extensão dos incêndios.
A grande utilidade desta viatura é demonstrada no combate a incêndios em zonas rurais, quando o camião-tanque é capaz de abastecer outras viaturas. Também se encarrega de uma vital missão de assistência da região: o abastecimento de água potável para os animais durante os períodos de seca.
Os bombeiros de Ulan Bator consideram essa missão tão nobre quanto o combate a incêndios nas zonas naturais, quando a seca causa incêndios nas imensas estepes da Mongólia.

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