16 novembro 2010
14 novembro 2010
As sete saias das mulheres da Nazaré
De origem relativamente recente, a Nazaré “nasceu” do recuo do mar e do assoreamento progressivo da praia durante o século XVII, começando a ser conhecida e frequentada como praia de banhos apenas em meados do século XIX.
A população nazarena tem as suas raízes muito ligadas a outros marítimos como os Ílhavos e outros povos da Ria de Aveiro, que trouxeram com eles para a Nazaré não só novas artes de pesca, mas também o modo de vestir e até de falar.
Ao longo dos anos essas novas maneiras foram aqui evoluindo, transformando-se e adaptando-se às necessidades da vida.
As sete saias fazem parte da tradição, do mito e das lendas desta terra tão intimamente ligada ao mar.
Diz o povo que representam as sete virtudes; os sete dias da semana; as sete cores do arco-íris; as sete ondas do mar, entre outras atribuições bíblicas, míticas e mágicas que envolvem o número sete.
A sua origem não é de simples explicação e a opinião dos estudiosos e conhecedores da matéria sobre o uso de sete saias não é coincidente nem conclusiva.
No entanto, num ponto todos parecem estar de acordo: as várias saias (sete ou não) da mulher da Nazaré estão sempre relacionadas com a vida do mar.
As nazarenas tinham o hábito de esperar os maridos e filhos, da volta da pesca, na praia, sentadas no areal, passando aí muitas horas de vigília.
Usavam as várias saias para se cobrirem, as de cima para protegerem a cabeça e ombros do frio e da maresia e as restantes a taparem as pernas, estando desse modo sempre “compostas”.
A introdução do uso das sete saias foi feito, segundo uns, pelo Rancho Folclórico Tá-mar nos anos 30/40, segundo outros pelo comércio local no anos 50/60 e ainda de acordo com outras opiniões as mulheres usariam sete saias para as ajudar a contar as ondas do mar (isto porque “ o barco só encalhava quando viesse raso, ora as mulheres sabiam que de sete em sete ondas alterosas o mar acalmava; para não se enganarem nas contas elas desfiavam as saias e quando chegavam à última, vinha o raso e o barco encalhava”).
O uso de várias saias pelas mulheres da Nazaré também está ligada a razões estéticas e de beleza e harmonia das linhas femininas - cintura fina e ancas arredondadas, (esta poderá ser também uma reminiscência do traje feminino de setecentos que as damas da corte usavam - anquinhas e mangas de renda - e que pavoneavam aquando das visitas ao Santuário da Senhora da Nazaré), podendo as mulheres usarem 7, 8, 9 ou mais saias de acordo com a sua própria silhueta.
Certo é que a mulher foi adoptando o uso das sete saias nos dias de festa e a tradição começou e continua até ao presente. No entanto, no traje de trabalho são usadas, normalmente, um menor número de saias (3 a 5).
In Município da Nazaré
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JJ edição fotos
De origem relativamente recente, a Nazaré “nasceu” do recuo do mar e do assoreamento progressivo da praia durante o século XVII, começando a ser conhecida e frequentada como praia de banhos apenas em meados do século XIX.
A população nazarena tem as suas raízes muito ligadas a outros marítimos como os Ílhavos e outros povos da Ria de Aveiro, que trouxeram com eles para a Nazaré não só novas artes de pesca, mas também o modo de vestir e até de falar.
Ao longo dos anos essas novas maneiras foram aqui evoluindo, transformando-se e adaptando-se às necessidades da vida.
As sete saias fazem parte da tradição, do mito e das lendas desta terra tão intimamente ligada ao mar.
Diz o povo que representam as sete virtudes; os sete dias da semana; as sete cores do arco-íris; as sete ondas do mar, entre outras atribuições bíblicas, míticas e mágicas que envolvem o número sete.
A sua origem não é de simples explicação e a opinião dos estudiosos e conhecedores da matéria sobre o uso de sete saias não é coincidente nem conclusiva.
No entanto, num ponto todos parecem estar de acordo: as várias saias (sete ou não) da mulher da Nazaré estão sempre relacionadas com a vida do mar.
As nazarenas tinham o hábito de esperar os maridos e filhos, da volta da pesca, na praia, sentadas no areal, passando aí muitas horas de vigília.
Usavam as várias saias para se cobrirem, as de cima para protegerem a cabeça e ombros do frio e da maresia e as restantes a taparem as pernas, estando desse modo sempre “compostas”.
A introdução do uso das sete saias foi feito, segundo uns, pelo Rancho Folclórico Tá-mar nos anos 30/40, segundo outros pelo comércio local no anos 50/60 e ainda de acordo com outras opiniões as mulheres usariam sete saias para as ajudar a contar as ondas do mar (isto porque “ o barco só encalhava quando viesse raso, ora as mulheres sabiam que de sete em sete ondas alterosas o mar acalmava; para não se enganarem nas contas elas desfiavam as saias e quando chegavam à última, vinha o raso e o barco encalhava”).
O uso de várias saias pelas mulheres da Nazaré também está ligada a razões estéticas e de beleza e harmonia das linhas femininas - cintura fina e ancas arredondadas, (esta poderá ser também uma reminiscência do traje feminino de setecentos que as damas da corte usavam - anquinhas e mangas de renda - e que pavoneavam aquando das visitas ao Santuário da Senhora da Nazaré), podendo as mulheres usarem 7, 8, 9 ou mais saias de acordo com a sua própria silhueta.
Certo é que a mulher foi adoptando o uso das sete saias nos dias de festa e a tradição começou e continua até ao presente. No entanto, no traje de trabalho são usadas, normalmente, um menor número de saias (3 a 5).
In Município da Nazaré
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Portuguesas Maravilha
Nasceu em Lisboa a 6 de Janeiro de 1967 é uma actriz portuguesa.
Paula Marcelo é casada, com o também actor, Camilo de Oliveira.
Participou na comédia Camilo em Sarilhos, Floribella, em Camilo, o Pendura, e, fez os sketches com o seu marido, para o Natal dos Hospitais da RTP1, do ano de 2006.
Entrou também na série nacional "Morangos com Açúcar 7", que interpretava o papel de Francisca Moreira, mãe de Rita Moreira, uma das séries hilariantes em que também entrou, foi em "Maré Alta".
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Portuguesas Maravilha
Ana Carmo
Dados Pessoais
Idiomas: Alemão, francês
Desportos: Equitação, Natação
Cor de Olhos: Castanhos
Cor do Cabelo: Castanho
Altura: 178
Peso: 50
Medidas
Busto: 86
Anca: 89
Cintura: 60
Sapatos: 39
Preferências
Carro: Mercedes
Clube: Benfica
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Dados Pessoais
Ocupação: Modelos
Nascimento: 1984-05-10
Local de Nasc.: Portel
Signo: Touro
Nacionalidade: Portuguesa
Estado Civil: Sol Idiomas: Alemão, francês
Desportos: Equitação, Natação
Cor de Olhos: Castanhos
Cor do Cabelo: Castanho
Altura: 178
Peso: 50
Medidas
Busto: 86
Anca: 89
Cintura: 60
Sapatos: 39
Preferências
Filme: E tudo o vento levou
Actor: Jack Nicholson
Actriz: Meg Ryan
Música: Bruce Springsteen
Estilista: Alexander MacQueen, Fatima lopes
Pintor: Van Gogh
Cor: Vermelho
Viagem: Suiça Carro: Mercedes
Clube: Benfica
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13 novembro 2010
Carrier Crash
Fotos de acidentes com aeronaves a bordo de porta-aviões americanos durante a Segunda Guerra Mundial
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Presépios do Mundo
Portuguesas Maravilha
Nasce em Lisboa a 2 de Junho de 1952 é uma actriz portuguesa.
Frequentou o Lyceé Français Charles Lepierre e terminou o curso de Secretariado do Instituto Superior de Línguas e Administração, em Lisboa. Fazia teatro amador quando conheceu o actor Henrique Viana, que a levou a estrear-se no Teatro Adóque, com a comédia 1926 Noves Fora Nada (1976).
Popularizada pela televisão, onde se iniciou com participações nos programas O Fungagá da Bicharada (1976) e O Passeio dos Alegres (1981), assinou sitcoms como A Mulher do Sr. Ministro (1994), acabando por iniciar com Herman José uma longa colaboração, a partir de 1987, data de Humor de Perdição e Casino Royal.
Actualmente divide a sua actividade de actriz com a de autora de textos humorísticos, tendo assinado a autoria das peças teatrais Avalanche (Teatro Villaret, 2006) e Celadon (Casino Estoril, 2005). Para a televisão escreveu os guiões da série Vip Manicure onde representa juntamente com Maria Rueff.
Além disso integrou o conjunto Os Amigos, ao lado de Paulo de Carvalho, Luisa Basto, Fernando Tordo, Eduardo Silva e Fernando Piçarra, que vence o Festival RTP da Canção de 1977.
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