14 novembro 2010

As sete saias das mulheres da Nazaré

De origem relativamente recente, a Nazaré “nasceu” do recuo do mar e do assoreamento progressivo da praia durante o século XVII, começando a ser conhecida e frequentada como praia de banhos apenas em meados do século XIX.
A população nazarena tem as suas raízes muito ligadas a outros marítimos como os Ílhavos e outros povos da Ria de Aveiro, que trouxeram com eles para a Nazaré não só novas artes de pesca, mas também o modo de vestir e até de falar.
Ao longo dos anos essas novas maneiras foram aqui evoluindo, transformando-se e adaptando-se às necessidades da vida.


As sete saias fazem parte da tradição, do mito e das lendas desta terra tão intimamente ligada ao mar.
Diz o povo que representam as sete virtudes; os sete dias da semana; as sete cores do arco-íris; as sete ondas do mar, entre outras atribuições bíblicas, míticas e mágicas que envolvem o número sete.
A sua origem não é de simples explicação e a opinião dos estudiosos e conhecedores da matéria sobre o uso de sete saias não é coincidente nem conclusiva.
No entanto, num ponto todos parecem estar de acordo: as várias saias (sete ou não) da mulher da Nazaré estão sempre relacionadas com a vida do mar.
As nazarenas tinham o hábito de esperar os maridos e filhos, da volta da pesca, na praia, sentadas no areal, passando aí muitas horas de vigília.
Usavam as várias saias para se cobrirem, as de cima para protegerem a cabeça e ombros do frio e da maresia e as restantes a taparem as pernas, estando desse modo sempre “compostas”.

A introdução do uso das sete saias foi feito, segundo uns, pelo Rancho Folclórico Tá-mar nos anos 30/40, segundo outros pelo comércio local no anos 50/60 e ainda de acordo com outras opiniões as mulheres usariam sete saias para as ajudar a contar as ondas do mar (isto porque “ o barco só encalhava quando viesse raso, ora as mulheres sabiam que de sete em sete ondas alterosas o mar acalmava; para não se enganarem nas contas elas desfiavam as saias e quando chegavam à última, vinha o raso e o barco encalhava”).

O uso de várias saias pelas mulheres da Nazaré também está ligada a razões estéticas e de beleza e harmonia das linhas femininas - cintura fina e ancas arredondadas, (esta poderá ser também uma reminiscência do traje feminino de setecentos que as damas da corte usavam - anquinhas e mangas de renda - e que pavoneavam aquando das visitas ao Santuário da Senhora da Nazaré), podendo as mulheres usarem 7, 8, 9 ou mais saias de acordo com a sua própria silhueta.
Certo é que a mulher foi adoptando o uso das sete saias nos dias de festa e a tradição começou e continua até ao presente. No entanto, no traje de trabalho são usadas, normalmente, um menor número de saias (3 a 5).

In Município da Nazaré
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Mitsubishi Lancer Evolution X Rallye

2000 cc
290 cv
v.máx. 220 Kmh
0-100: n/a
1240 kg
metal, escala 1:32 - 14 cm
extras: Lettering, vernizes, base técnica

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Portuguesas Maravilha

Paula Marcelo

Nasceu em Lisboa a 6 de Janeiro de 1967 é uma actriz portuguesa.

Paula Marcelo é casada, com o também actor, Camilo de Oliveira.
Participou na comédia Camilo em Sarilhos, Floribella, em Camilo, o Pendura, e, fez os sketches com o seu marido, para o Natal dos Hospitais da RTP1, do ano de 2006.
Entrou também na série nacional "Morangos com Açúcar 7", que interpretava o papel de Francisca Moreira, mãe de Rita Moreira, uma das séries hilariantes em que também entrou, foi em "Maré Alta".



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Mini Cooper Rallye

1598 cc
115 cv v.máx.
200 kmh
0-100: 9,5 seg.
metal, escala 1:43 - 8,5 cm
extras: Pintura interiores, jantes e pormenores

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Portuguesas Maravilha

Ana Carmo

Dados Pessoais
Ocupação: Modelos
Nascimento: 1984-05-10
Local de Nasc.: Portel
Signo: Touro
Nacionalidade: Portuguesa
Estado Civil: Sol
Idiomas: Alemão, francês
Desportos: Equitação, Natação
Cor de Olhos: Castanhos
Cor do Cabelo: Castanho
Altura: 178
Peso: 50

Medidas
Busto: 86
Anca: 89
Cintura: 60
Sapatos: 39

Preferências
Livro: Pour Toujours
Filme: E tudo o vento levou
Actor: Jack Nicholson
Actriz: Meg Ryan
Música: Bruce Springsteen
Estilista: Alexander MacQueen, Fatima lopes
Pintor: Van Gogh
Cor: Vermelho
Viagem: Suiça
Carro: Mercedes
Clube: Benfica

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13 novembro 2010

Carrier Crash

Fotos de acidentes com aeronaves a bordo de porta-aviões americanos durante a Segunda Guerra Mundial

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Presépios do Mundo

Presépio Triptico

Madeira e Marfinite.
Duas variantes: só luz ou luz com música, acionados com um ligeiro toque.

13/20x8,5x17 cm
extras: nada

Presépios do Mundo

Presépios de bolha com neve

marfinite


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Presépios do Mundo

Presépios da Bolivia e do Equador




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Iveco Magirus 150 E28
Bombeiros de Portugal
cc: n/a
cv: n/a
v.máx. n/a
0-100: n/a
metal, escala 1:50 - 20-55 cm
extras: Diorama, pormenores pintura, acessórios, lettering

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Portuguesas Maravilha

Ana Bola

Nasce em Lisboa a 2 de Junho de 1952 é uma actriz portuguesa.

Frequentou o Lyceé Français Charles Lepierre e terminou o curso de Secretariado do Instituto Superior de Línguas e Administração, em Lisboa. Fazia teatro amador quando conheceu o actor Henrique Viana, que a levou a estrear-se no Teatro Adóque, com a comédia 1926 Noves Fora Nada (1976).



Popularizada pela televisão, onde se iniciou com participações nos programas O Fungagá da Bicharada (1976) e O Passeio dos Alegres (1981), assinou sitcoms como A Mulher do Sr. Ministro (1994), acabando por iniciar com Herman José uma longa colaboração, a partir de 1987, data de Humor de Perdição e Casino Royal.

Actualmente divide a sua actividade de actriz com a de autora de textos humorísticos, tendo assinado a autoria das peças teatrais Avalanche (Teatro Villaret, 2006) e Celadon (Casino Estoril, 2005). Para a televisão escreveu os guiões da série Vip Manicure onde representa juntamente com Maria Rueff.

Além disso integrou o conjunto Os Amigos, ao lado de Paulo de Carvalho, Luisa Basto, Fernando Tordo, Eduardo Silva e Fernando Piçarra, que vence o Festival RTP da Canção de 1977.
Em 1981 fez parte do côro da canção de Carlos Paião, Play-back (juntamente com Peter Petersen), vencedora do Festival RTP da Canção desse ano, que representaria Portugal no Festival Eurovisão da Canção 1981, realizado na Irlanda.

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O escravo apenas tem um senhor,
o ambicioso tem tantos quantos lhe puderem ser úteis para vencer.

Jean de La Bruyère
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Renault Master 1998

Bombeiros de Portugal
2800 cc
100 cv
v.máx. n/a
0-100 n/a
metal, escala 1:50 - 12 cm
extras: Diorama, pintura interiores, base técnica

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