20 março 2010


Peregrino do Futuro
25 cm
extras: Grandes pinturas gerais, patines, lettering, dezenas de acessórios (Scratchbuilt), tubos hidráulicos, picks, antenas, base etc.

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Andróide
26x24 cm
extras: Pormenores pintura, patines, lettering, acessórios

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19 março 2010

Portuguesas Maravilha

Catarina Furtado
(Lisboa, 25 Agosto 1972)
é uma atriz e apresentadora portuguesa.

Formada em dança pela Escola de Dança do Conservatório Nacional de Lisboa (1990) frequentou entre 1995 e 1997 a London International School of Acting.
Começou como apresentadora de televisão em 1991 com o programa TopMais na RTP1, apresentando em 1992 o MTV-Portugal na SIC e, em 1993, tornou-se numa das caras mais conhecidas do pequeno ecrã com o Chuva de Estrelas (programa que ajudou o canal de Carnaxide a ser líder de audiências).


Um ano depois, apresentou o Caça ao Tesouro e desde 1995 que se tem desdobrado em múltiplas tarefas: apresentou o programa Uma noite de sonho e muitos outros programas de moda, música, galas, reportagens.
Entrevistou figuras como Patrick Swayze, Sandra Bullock, Arnold Schwarzenegger, Kevin Spacey, Ralph Fiennes, Jeff Goldblum, Harrison Ford, Kevin Costner e Sharon Stone, entre outros. Em 1999 apresentou Pequenos e Terríveis.

Actriz, iniciou em 1994 o seu percurso no cinema, já depois de uma curta aparição em Non, ou a Vã Glória de Mandar de Manoel de Oliveira (1990).
Participou depois em títulos como Amor & Alquímia (1995) e Pesadelo Cor-de-Rosa (1998) de Fernando Fragata, Longe da Vista (1998) de João Mário Grilo, Maria e as Outras (2004) de José de Sá Caetano, entre vários telefilmes (2000 - A Noiva de Luís Galvão Teles, 1997 - Fátima de Fabrizio Costa, entre outros).

Integrou ainda o elenco de séries e novelas.
Em 2001 foi nomeada embaixadora da Boa Vontade das Nações Unidas para as crianças.

Quatro anos depois, lançou um programa na RTP - canal de televisão público Português - Por um Mundo Melhor que se revelou um programa importante sobre o voluntariado.

Em 2003, foi apresentadora da primeira e segunda séries do Operação Triunfo, voltando ao ar um ano depois com o Dança Comigo, sendo que apresentou parte da segunda série, dando lugar a Silvia Alberto para ser mãe.

Cogitou-se a apresentadora como comandante da terceira série da Operação Triunfo, mas uma segunda gestação da apresentadora colocou novamente Silvia Alberto no comando de uma atração que teria Catarina Furtado como apresentadora.
Actualmente apresenta A Minha Geração,e voltou a representação,na série Liberdade 21 (2ª temporada,que só será exibida no próximo ano)
Catarina Furtado é filha de Helena e Joaquim Furtado e irmã de Marta Furtado.


É casada com o actor João Reis com quem tem dois filhos: Maria Beatriz (nascida a 25 Maio 2006, em Lisboa) e João Maria (nascido em 27 Outubro 2007, às 17h45, Hospital da Luz, Lisboa).
Catarina Furtado é a única portuguesa que consta do site AskMen.com.







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Carros de Bombeiros
escalas 1:43 e 1:32
extras: Pormenores de pintura, acessórios, lettering.

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18 março 2010


"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre, que é bom, generoso e afável, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta.

Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira à falsificação, da violência ao roubo, donde provém que na política portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro.

Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do País.
A justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas.

Dois partidos sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes, vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero, e não se malgando e fundindo, apesar disso, pela razão que alguém deu no parlamento, de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar."

Guerra Junqueiro, 1896




Gentileza do amigo Carlos M.
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17 março 2010

Portuguesas Maravilha

Rita Andreia Vanessa Martins Pereira Teixeira
ou simplesmente Rita Pereira
(Carcavelos, 13 Março 1982)
é uma actriz, cantora e modelo portuguesa.

Antes de ser actriz fez teatro amador durante cinco anos, trabalhou numa pizzaria, numa rádio local e como modelo.
Iniciou-se na moda aos 16 anos, fez dois cursos, um no Globarte, durante oito meses, e outro com Anna Wilson.

Com percurso iniciado na moda, teve formação em comunicação e interpretação.
Em 2004, inscreveu-se na L'agence, que lhe deu o papel de vilã nos Morangos com Açúcar.


É rosto de inúmeras produções publicitárias, começou a participar na ficção televisiva em séries e telenovelas.
Tem um contrato de exclusividade com a TVI.

O sucesso que causou entre os jovens quando interpretou a personagem Soraia na série juvenil Morangos com açúcar tornou-a numa das famosas mais requisitadas do país.
Este sucesso e o seu talento já lhe valeram ser a protagonista de duas telenovelas de sucesso da TVI, Doce Fugitiva e Feitiço de amor.
Namorou com o actor e cantor Angélico Vieira, acabando o namoro de uma forma controversa.

Para além de telenovelas, participou no concurso "Dança comigo" e actualmente é um dos elementos do juri do concurso "Uma canção para ti".

Habilitações literárias e complementares:
2002 – Workshop de Interpretação para televisão na ArtStudio 2000/2003 – Frequência do Curso de Comunicação e Jornalismo no Instituto Português de Estudos Superiores

1998 – Curso de manequim na Ana Wilson
2010 - I'm too lazy for this


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Audi A3 Sportbach Van
1600 cc
118 cv
v.máx. 260 kmh
0-100: 7 seg.
escala 1:32 - 12,5 cm
extras: Pintura interiores, e pormenores , base técnica.

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10 março 2010

Irena Sendler
Em polaco; Irena Sendlerowa née Krzyżanowska; (15 de fevereiro de 1910 - 12 de maio de 2008), também conhecida como "o anjo do Gueto de Varsóvia," foi uma activista dos direitos humanos durante a Segunda Guerra Mundial, tendo contribuido para salvar mais de 2.500 vidas ao levar alimentos, roupas e medicamentos às pessoas barricadas no gueto, com risco da própria vida.

"A Mãe das crianças do Holocausto"
A razão pela qual resgatei as crianças tem origem no meu lar, na minha infância. Fui educada na crença de que uma pessoa necessitada deve ser ajudada com o coração, sem importar a sua religião ou nacionalidade. Irena Sendler

Quando a Alemanha Nazi invadiu o país em 1939, Irena era enfermeira no Departamento de bem estar social de Varsóvia, que organizava os espaços de refeição comunitários da cidade.

Ali trabalhou incansavelmente para aliviar o sofrimento de milhares de pessoas, tanto judias como católicas.
Graças a ela, esses locais não só proporcionavam comida para órfãos, anciãos e pobres como lhes entregavam roupas, medicamentos e dinheiro.

Em 1942, os nazis criaram um gueto em Varsóvia, e Irena, horrorizada pelas condições em que ali se sobrevivia, uniu-se ao Conselho para a Ajuda aos Judeus, Zegota.

Ela mesma contou:
"Consegui, para mim e minha companheira Irena Schultz, identificações do gabinete sanitário, entre cujas tarefas estava a luta contra as doenças contagiosas. Mais tarde tive êxito ao conseguir passes para outras colaboradoras. Como os alemães invasores tinham medo de que ocorresse uma epidemia de tifo, permitiam que os polacos controlassem o recinto."

Quando Irena caminhava pelas ruas do gueto, levava uma braçadeira com a estrela de David, como sinal de solidariedade e para não chamar a atenção sobre si própria.
Pôs-se rapidamente em contacto com famílias, a quem propôs levar os seus filhos para fora do gueto, mas não lhes podia dar garantias de êxito. Eram momentos extremamente difíceis, quando devia convencer os pais a que lhe entregassem os seus filhos e eles lhe perguntavam:
"Podes prometer-me que o meu filho viverá?".
Disse Irena, "Que podia prometer, quando nem sequer sabia se conseguiriam sair do gueto?"
A única certeza era a de que as crianças morreriam se permanecessem lá.
Muitas mães e avós eram reticentes na entrega das crianças, algo absolutamente compreensível, mas que viria a se tornar fatal para elas. Algumas vezes, quando Irena ou as suas companheiras voltavam a visitar as famílias para tentar fazê-las mudar de opinião, verificavam que todos tinham sido levados para os campos da morte.

Irena Sendler em Varsóvia, 2005
Ao longo de um ano e meio, até à evacuação do gueto no Verão de 1942, conseguiu resgatar mais de 2.500 crianças por várias vias: começou a recolhê-las em ambulâncias como vítimas de tifo, mas logo se valia de todo o tipo de subterfúgios que servissem para os esconder: sacos, cestos de lixo, caixas de ferramentas, carregamentos de mercadorias, sacas de batatas, caixões... nas suas mãos qualquer elemento transformava-se numa via de fuga.

Irena vivia os tempos da guerra pensando nos tempos de paz e por isso não fica satisfeita só por manter com vida as crianças.
Queria que um dia pudessem recuperar os seus verdadeiros nomes, a sua identidade, as suas histórias pessoais e as suas famílias.
Concebeu então um arquivo no qual registava os nomes e dados das crianças e as suas novas identidades.

Os nazis souberam dessas actividades e em 20 de Outubro de 1943; Irena Sendler foi presa pela Gestapo e levada para a infame prisão de Pawiak onde foi brutalmente torturada. Num colchão de palha encontrou uma pequena estampa de Jesus Misericordioso com a inscrição: “Jesus, em Vós confio”, e conservou-a consigo até 1979, quando a ofereceu ao Pap João Paulo II.

Árvore plantada no Yad Vashem em homenagem a Irena Sendler.

Ela, a única que sabia os nomes e moradas das famílias que albergavam crianças judias, suportou a tortura e negou-se a trair seus colaboradores ou as crianças ocultas.
Quebraram-lhe os ossos dos pés e das pernas, mas não conseguiram quebrar a sua determinação.
Foi condenada á morte.
Enquanto esperava pela execução, um soldado alemão levou-a para um "interrogatório adicional".
Ao sair, gritou-lhe em polaco "Corra!".
No dia seguinte Irena encontrou o seu nome na lista de polacos executados.
Os membros da Żegota tinham conseguido deter a execução de Irena subornando os alemães, e Irena continuou a trabalhar com uma identidade falsa.

Em 1944, durante o Levantamento de Varsóvia, colocou as suas listas em dois frascos de vidro e enterrou-os no jardim de uma vizinha para se assegurar de que chegariam às mãos indicadas se ela morresse.
Ao acabar a guerra, Irena desenterrou-os e entregou as notas ao doutor Adolfo Berman, o primeiro presidente do comité de salvação dos judeus sobreviventes.

Lamentavelmente, a maior parte das famílias das crianças tinha sido morta nos campos de extermínio nazis.
De início, as crianças que não tinham família adoptiva foram cuidadas em diferentes orfanatos e, pouco a pouco, foram enviadas para a Palestina.
As crianças só conheciam Irena pelo seu nome de código "Jolanta".
Mas anos depois, quando a sua fotografia saiu num jornal depois de ser premiada pelas suas acções humanitárias durante a guerra, um homem chamou-a por telefone e disse-lhe: "Lembro-me da sua cara.

Foi você quem me tirou do gueto."

E assim começou a receber muitas chamadas e reconhecimentos públicos.
Em 1965, a organização Yad Vashem de Jerusalém outorgou-lhe o título de Justa entre as Nações e nomeou-a cidadã honorária de Israel.
Em Novembro de 2003 o presidente da República Aleksander Kwaśniewski, concedeu-lhe a mais alta distinção civil da Polónia: a Ordem da Águia Branca. Irena foi acompanhada pelos seus familiares e por Elżbieta Ficowska, uma das crianças que salvou, que recordava como "a menina da colher de prata".

Proposta para o Nobel da Paz

Funeral de Irena Sendler.
Irena Sendler foi apresentada como candidata para o prémio Nobel da Paz pelo Governo da Polónia.

Esta iniciativa pertenceu ao presidente Lech Kaczyński e contou com o apoio oficial do Estado de Israel através do primeiro-ministro Ehud Olmert, e da Organização de Sobrevivente do Holocausto residentes em Israel.

As autoridades de Oświęcim (Auschwitz) expressaram o seu apoio a esta candidatura, já que consideraram que Irena Sendler era uma dos últimos heróis vivos da sua geração, e que tinha demonstrado uma força, uma convicção e um valor extraordinários frente a um mal de uma natureza extraordinária.
O prémio, no entanto, foi dado a Al Gore.



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02 março 2010







Sturmpanzer IV
« Brummbär » 1942
Sd.Kfz. 166
Versão: Stu.Pz.Abt. 216
Roma - Itália, Junho 1944

30,4 ton

peça, Obus 150 mm
comp. 5,93 m

larg. 2,88 m
alt. 2,52 m
autonomia:

estrada 190 km
mato ? km
v.máx.:

estrada 38 kmh
mato 15 kmh
depósito: 470 L

5 tripulantes
blindagem máx. aço 100 mm

escala 1:72-8,5 cm

base 7x13 cm
extras: Diorama, fundo, pormenores pintura, acessórios, patines, base técnica.


Entre Abril de 1943 e Março de 1945 com base no chassis do polivalente Panzer IV, construiram-se 298 Stumpanzer IV “Brummbär” em vários lotes sucessivos e, depois de receberem pequenos aperfeiçoamentos, estes blindados foram enquadrados em diferentes batalhões.

Apesar de não estar livre de falhas técnicas, foi um veículo apreciado pelas suas tripulações e o seu obus de 150 mm era temido pelos seus inimigos.

Mais tarde, a partir de Outubro de 1943, as fábricas acrescentaram á blindagem, “Zimmerit”, uma textura exterior rugosa, especial para evitar a fixação de minas magnéticas.


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