11 abril 2010

Fernando Ureña Rib
nasceu em La Romana, República Dominicana a 21 de Março de 1951.
Iniciou seus estudos pintura Escola de Belas Artes San Francisco de Macoris.
Em 1963 ele recebeu uma subvenção estatal para continuar os seus estudos na Escuela Nacional de Bellas Artes, em 1968, que terminou com oficinas de pintura a óleo e pintura mural, sob a orientação do mestre da pintura Dominicana, Jaime Colson.

Graduou-se com um Bachelor of Arts em 1968 e estudou línguas estrangeiras na Universidade Autônoma de Santo Domingo, onde aprendeu Inglês, Francês, Alemão e Italiano.
Ureña Rib foi presidente da Sociedade Dominicana de Artistas onde realizou um intenso trabalho cultural, de reestruturação interna e relações públicas.

Naquela ocasião tinha mais de vinte exposições individuais de grandes artistas Dominicana.
Ureña Rib publicou histórias: fábula urbana, o cheiro dos mares e da monografia SAY da pele, ou DISCRETE ORGIA DA SILÊNCIO.

Membro da AICA, Associação Internacional de Críticos de Arte, com base em Paris e AIAAP, a Associação Internacional de Artistas Plásticos.
É um colaborador do jornal Ultima Hora, Diario El Siglo e Listín.
Em 2003, Ureña Rib é caracterizado artista da Bienal Internacional Cairo e em 2004 ele foi convidado a expor suas obras no Salão de Exposições "Carlos Vaz Ferreira - Biblioteca Nacional, Departamento de Cultura, Montevideo, Uruguai.

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09 abril 2010

Curtiss JN-4 JENNY 1916

Biplano Bilugar de Instrução
versão: FAP
Força Aérea Portuguesa
Curtiss Aeroplane and Motor Comp. - USA
env. 13,3 m
comp. 8,33 m
alt. 3,01 m
desarmado
autonomia ? km
tecto 2000 m
v.máx. 121 Kmh
2 tripulantes
peso: 630 kg 1º voo: 1916
metal escala 1:100 - 8x13,5 cm
base 13,5x13 cm
extras: Diorama, pormenores pintura, lettering, base técnica.

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Portuguesas Maravilha

Alexandra Lencastre
nome artístico de Maria Alexandra de Alencastre Telo Teodósio Pedrosa (Lisboa, 26 Setembro 1965) é uma actriz portuguesa.
Abandonou o Curso de Filosofia na Faculdade de Letras de Lisboa para ingressar na Escola Superior de Teatro e Cinema do Conservatório Nacional, cujo curso de Formação de Actores conclui em 1986.

Ganha projecção ao trabalhar com Jorge Listopad na peça Frei Luís de Sousa, de Almeida Garrett (Actriz Revelação, pela APCT - 1986).
Desde aí foi dirigida por numerosos encenadores, como Mário Feliciano, Orlando Neves, Carlos Avilez, Gastão Cruz, José Wallenstein, Rogério de Carvalho ou João Lourenço, que a dirigiu na sua última experiência teatral, Fernando Krapp escreveu-me esta Carta, de Tanked Dorst, em 1997.
Interpretou autores como Tchekov, Pasolini, Aristófanes, Botho Strauss, David Mamet, Jorge de Sena, entre outros.
Tornou-se uma das actrizes portuguesas mais populares ao representar em televisão.

Primeiramente em produções como Rua Sésamo (1990), depois em novelas e séries como A Banqueira do Povo (1993), Cabaret (1994), Não és homem, não és nada! (1999), Querido Professor (2000), Fúria de Viver (2002), Ana e os Sete (2003) (Globo de Ouro de Melhor Actriz de TV-2003), ou mais recentemente, Tempo de Viver (2006) e Ninguém como Tu (2005), onde a sua presença valeu grandes níveis de audiências.

Também para a televisão, apresentou alguns programas, como o polémico Na Cama Com… (1993).
O seu trabalho no cinema demarca-se em filmes como O Delfim (2002) (Globo de Ouro de Melhor Actriz de Cinema) e Lá Fora (2004), ambos de Fernando Lopes ou A Mulher Que Acreditava Ser Presidente dos EUA (2003), de João Botelho.

Trabalhou ainda com outros cineastas, como Teresa Villaverde, João Mário Grilo, António Pedro Vasconcelos, João César Monteiro, João Canijo, Leonel Vieira ou Manuel Mozos. Em 2007 o The Biography Channel dedicou a Alexandra Lencastre um documentário biográfico, exibido em Abril.

Foi casada com o actor Virgílio Castelo e com o produtor holandês Piet-Hein Bakker entre 1994 e 2003, com quem tem duas filhas: Margarida, nascida em 1996, e Catarina, nascida em 1998.
Outra curiosidade é que ela é meio-irmã da jornalista Ana Ribeiro, pivot do Jornal 2:, da RTP 2. (...)
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08 abril 2010

Não é divertido ser artista. Beethoven, Van Gogh, todos eles: se tivessem psiquiatras nós não teríamos esses gênios.

John Lennon
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Se a ociosidade fosse banida do mundo em breve desapareceriam as artes de cupido

Rabelais
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O cão, é o único ser no mundo, que gosta mais de si, do que dele próprio !!!...
Anónimo
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excelente foto...cinco estrelas é pouco !!...

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Mini Van 1968
1100 cc
45 cv
v.máx. 127 kmh
0-100: 24 seg.

escala 1:72 - 5 cm
extras: Base vermelha

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...impressiona a nossa pequenez na imensidão do Universo...

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03 abril 2010


assim, até as fardas são bonitas !!

Portuguesas Maravilha

Helena Isabel Correia Ribeiro
(Lisboa, 6 Fevereiro 1952) é uma actriz e cantora portuguesa.


Bacharel em Teatro/Formação de Actores pela Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa em 1995, integrou as companhias teatrais Os Bonecreiros, sob a direcção de João Mota e Grupo4, sob a direcção de João Lourenço.

Co-fundadora em 1974 do Teatro Adóque, integrou também a companhia de Laura Alves, instalada no Teatro ABC.
Tem trabalhado regularmente com António Feio em peças como Jantar de Idiotas (2004) ou O Chato (2005) de Francis Veber no Teatro Villaret.
Actriz assídua em produções televisivas, integrou o elenco de inúmeras novelas, de Vila Faia (RTP, 1982) a Ilha dos Amores (TVI, 2007) e Flor do Mar.
Participou também em algumas séries como a sitcom premiada nos Globos de Ouro Cuidado com as Aparências (SIC, 2002) ou Duarte & Companhia (RTP, 1985) e integrou, na década de 80, o elenco dos programas de Herman José O Tal Canal (RTP, 1983) e Hermanias (RTP, 1984).
Cinema
Participou em cerca de quinze filmes, salientando:
A Maluquinha de Arroios (1970) e Os Touros de Mary Foster (1972) de Henrique Campos,
A Santa Aliança (1980) de Eduardo Geada e
A Vida é Bela?! (1982) de Luís Galvão Telles.
A sua interpretação em Os Abismos da Meia Noite (1984) de António de Macedo (realizador que também a dirigiu em O Princípio da Sabedoria, 1975) valeu-lhe o Prémio de Melhor Actriz do Instituto Português de Cinema.
Foi casada com o cantor Paulo de Carvalho, tendo os dois tido um filho, Bernardo, nascido em 1987, que agora é compusitor de musica conhecido como AGIR de Danceall Reggae .

Participações no Festival RTP da Canção
· 1974 - Canção Solidão, Letra e Música de José Drummond. Fica em 6º Lugar, com 2 Pontos.
· 1980 - Um Abraço, Mais Nada, Letra de Nuno Gomes dos Santos, Música de Carlos Alberto Muniz. e Alegria Em Mi Maior, dentro do grupo As Alegres Comadres (composto também por Adelaide Ferreira, Ana Bola e Mila Ferreira), com Letra de José Jorge Letria e Música de Carlos Mendes. Ambas participações ficam em 7º Lugar na Primeira Semi-Final, com 11 Pontos, não se classificando para a Final.
· 1983 - E Afinal, Quem És Tu?, Letra de Nuno Gomes dos Santos, Música de José Calvário. Fica em 3º Lugar, com 149 Pontos. É a sua melhor colocação.
· 1984 - (Já) Pode Ser Tarde, Dentro do Quarteto Paulo de Carvalho (Paulo De Carvalho, Helena Isabel, Miguel Braga, Carlos Araújo e André Sarbib), Letra e Música de Paulo de Carvalho. Fica em 7º Lugar na Primeira Rodada, não se classificando para a Rodada Final.

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Selva Tropical


23x21x16 cm   extras: Diorama com animais em Marfinite e porcelana, muito patuscos        JJ fotos

"Transformer" urbano

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Robotvitor
20 cm
dispara o disco
extras: Pormenores pintura, tubos hidráulicos, pick, machado, base circular.

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CIBERMAN
escala 1:18 - 23x20 cm
extras: Diorama, pormenores pintura no guerreiro e total na moto, acessórios

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02 abril 2010


Radares primitivos
Antes da invenção do radar durante a Segunda Guerra Mundial (com base nos princípios estabelecidos anos antes pelo grande Nikola Tesla) Reflectores acústicos foram utilizados para detectar a chegada de aviões inimigos.
Logo que detectada a aproximação das aeronaves, eram accionadas as sirenes de alarme e dada ordem às esquadrilhas da RAF para pronta actuação. 


A maioria dos reflectores eram móveis, de tamanho médio, mas também foram construídos reflectores enormes em metal e cimento, nos mais diversos locais, especialmente ao longo da costa britânica entre 1915 e 1936.
Quanto maior era a sua dimensão muito maior a sua eficácia. A tecnologia de localizadores acústicos que utilizam o mesmo princípio de quando você coloca sua mão ao ouvido para ouvir melhor: é para ampliar a área de drenagem para uma melhor recepção e som directo no ouvido.
O uso de localizadores acústicos usual para ajudar a navegação de navios através da névoa, e na sua forma mais simples como trombetas para as pessoas com dificuldade de audição.
Os reflectores parabólicos e paredes foram equipados com um microfone colocado no seu ponto focal. Nestas fotografias e nas do Projecto Sound Mirrors você pode ver alguns deles, de diferentes tamanhos e formas, com dimensões que variavam entre seis e setenta metros.
Apesar destes gigantescos e exóticos reflectores acústicos terem sido eficazes durante a 1ª e 2ª Guerras Mundiais, foram rapidamente superados pelo aumento da velocidade dos aviões de combate.
Pouco tempo decorria desde que os aviões inimigos começavam a ser ouvidos à distância e o seu rápido aparecimento na linha do horizonte.
Só então se começou a usar o radar, recentemente inventado e que foi muito mais eficaz e mais coerente com as capacidades das modernas aeronaves.
Curioso comparar estes "monstros" com o tamanho e eficácia dos radares da actualidade.

Texto Via Deputydog. - JJ
Fotos gentileza do amigo José Costa
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