23 novembro 2009

Algumas das melhores frases dos piores alunos

O Convento dos Capuchos foi construído no século 16 mas só no século 17 foi levado definitivamente para o alto do monte.
Claro! Com o peso demorou 100 anos para subir o monte !!!

A História divide-se em 4: Antiga, Média, Momentânea e Futura, a mais estudada hoje.
A Futura é particularmente estudada pela "Maya" certamente

O metro é a décima milionésima parte de um quarto do meridiano terrestre e para o cálculo dar certo arredondaram a Terra!
Ups! Até eu me vi atrapalhado para fazer o cálculo.

Imaginação tem ele... vai ser matemático de certeza, o mundo precisa de matemáticos com imaginação

Quando o olho vê, não sabe o que está a ver, então ele amanda uma foto eléctrica para o cérebro que lhe explica o que está a ver.
Nada mal pensado.

Somos uma máquina fotográfica em potência e em funcionamento contínuo.

O nosso sangue divide-se em glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e até verdes!
Acho que faltam os Azuis!!

Ah, mas esses com o apito dourado andam em fuga.

Nas olimpíadas a competição é tanta que só cinco atletas chegam entre os dez primeiros.
Entende-se agora a prestação nos jogos olimpicos !!!

O piloto que atravessa a barreira do som nem percebe, porque não ouve mais nada.
Claríssimo!!
Se passou a barreira do som quando chega já ele passou, por isso não o ouve. Será?

Gentileza do amigo Raul P.S.
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JJ edição foto

12 novembro 2009

Carrinhos de lata





Ouvi...e com muita graça...que muitos miúdos de hoje pensam que os frangos nascem nus e sem cabeça !!!
Muitos têm tudo e mais alguma coisa no que concerne a brinquedos carissímos, e ao fim de poucos dias já não lhes ligam nenhuma.
Aqui transcrevo com vénia, e de um amigo, o curioso “remember” dos seus tempos de meninos, a quem o “engenho e arte” levava à improvisação dos seus próprios brinquedos, com os materiais recorrentes, os únicos a que teriam acesso, naqueles tempos de "vacas magras"...
Com tristeza, sabemos que na imensa África de hoje, muitos meninos ainda utilizam os mesmos materiais para construir os seus pobres brinquedos, muitas vezes as armas, com que convivém dia-a-dia desde que nasceram.

DIGAM LÁ SE NÃO TÊM INVEJA DOS SABERES E DO TEMPO

Onde vais? Dizia-me, da porta da entrada da casa, a minha mãe.
Vou dar uma voltinha com o meu carro, respondi.
Qual carro? Pergunta-me com a sua voz já com os decibéis acima do volume considerado normal.
O carro de transporte que eu fiz – respondo quiçá meio feliz meio a medo, afastado quanto bastasse - mostrando-o dependurado pelo arame que lhe servia de volante, pois tinha dúvidas que os seus lindos olhos azuis, não ficassem arregalados e consequentemente as suas mãos “trabalhassem”, quando se abeirasse por perto do “engenheiro”, já com a construção pronta a rolar no asfalto da rua onde vivia.
Dá cá o carro e vai ao vinho para o jantar do teu pai!

Uma bola de pano, num charco
Um sorriso traquina, um chuto
Na ladeira a correr, um arco
O céu no olhar, dum puto.

A taberna do Sr. Manuel ficava na entrada do bairro, mais propriamente num dos lados do Pavilhão da Praça e tinha ligação à mercearia que também era dele.
O balcão era de mármore a todo o comprimento e dava-me, em altura, pelo pescoço.
As pipas estavam encostadas às paredes, mesas e bancos não haviam dada a sua pequena dimensão.
A restrição à entrada dos miúdos não acontecia, mas só era possível a permanência no tempo do atendimento.

De garrafa na mão, com meio litro de vinho para o jantar do Adriano, meu pai, venho em correria rua abaixo, pois não queria deixar de apresentar, enquanto era dia, o meu novo “modelo” de transportes de mercadorias aos outros putos do bairro.

As caricas brilhando na mão
A vontade que salta ao eixo
Um puto que diz que não
Se a porrada vier não deixo

Mas em que consistia tal relíquia?

Este meu carro de “pesados” era construído com 4 caixas de latas de graxa redondas, que faziam de rodas ligadas em eixo, sendo o chassis composto por duas caixas de latas de conserva de atum rectangulares, tudo ligado por arame.
Por fim levava à altura da barriga, uma gancheta às rodas dianteiras a fim de o poder manobrar.

O carro podia levar 3 caixas de latas de conservas, mas não mais, senão, “abarrigava” com o peso e, arrastava pelo chão.
Era preferível fazer um atrelado, apenas com duas rodas a trás e engatado ao carro da frente, como qualquer TIR de hoje.
Duas das caixas da graxa que iam servir de rodas, foram-me dadas pelo Sr. Joaquim, o sapateiro, fruto das conversas em algumas tardes que, sentado no parapeito da janela que rasava o chão do passeio, o via na arte a trabalhar e na esperança que a graxa depressa se esgotasse.

Era muito pequena a oficina.
Estava situada na Rua das Furnas, mesmo na entrada do bairro.
Lá dentro, a um dos cantos, a máquina de cozer, de resto, as paredes eram cobertas de prateleiras com sapatos de sola (poucos), também de pneu ou borracha (muitos), outros devidamente restaurados, já usados, mas prontos para vender a gente certamente muito modesta.
Os outros apetrechos eram: Facas bem afiadas, lixas, cola, escovas, bem como uma serie de sevelas que estavam devidamente penduradas.
Uma lamparina para derreter as pomadas em barra, tintas e as graxas.
No caixote da graxa lá de casa fui encontrar duas caixas quase vazias, encontrando a solução para as duas rodas que faltavam.
Na verdade raras eram as engraxadelas, os meus sapatos eram amarelos, de pele de vaca (?) curtida, os da minha mãe eram alpercatas, só o meu pai usava botas e era eu que as engraxava de quando em quando, mas com sebo, portanto era pouco provável, aos meus pais, darem pela falta das ditas cujas.
As latas de atum foram fáceis de encontrar nas estrumeiras, problemático era desengordurá-las.
Era com areia e sabão com o devido cuidado, senão os cortes nos dedos eram certos.
Quanto ao arame, foi encontrado nas cercas dos quintais, nas ocasiões em que os vizinhos estavam “distraídos”, caso contrário os estalos eram a dobrar, do vizinho e lá em casa.
Digam lá se não têm inveja dos saberes e do tempo!

Parecem bandos de pardais à solta
Os putos, os putos
São como índios, capitães da malta
Os putos, os putos
Mas quando a tarde cai
Vai-se a revolta
Sentam-se ao colo do pai
É a ternura que volta
E ouvem-no a falar do homem novo
São os putos deste povo
A aprenderem a ser homens.

Quadras do poema - Os Putos de Ary dos Santos
O carro é construção do autor em 2009. Em miúdo fazia melhor

Texto e 2 fotos, gentileza do amigo Raul P.S.
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08 novembro 2009



“Os diamantes são os melhores amigos da mulher e os cachorros são os melhores amigos do homem.
Agora você já sabe qual dos sexos é o mais sensato.”

Zsa Zsa Gabor
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Scania P380
modelos metálicos/plástico
escala 1:72 - tamanho médio 12 cm
extras: Pintura interiores e pormenores carrocerias, vernizes, lettering
JJ fotos

















“As paixões são como as ventanias que incham as velas do navio. Algumas vezes o afundam, mas sem elas não se pode navegar.”




Voltaire
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06 novembro 2009

Bombeiros


HUMVEE
modelos metálicos
escala 1:43 - 20 cm
extras: Pintura interiores e muitos pormenores na carroceria, patines, lettering, acessórios

JJ fotos






05 novembro 2009

Earth Song

Earth Song
Michael Jackson, excelente video, legendado em Português

http://www.youtube.com/watch?v=oJEqJ9yALx8
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Pz.Kpfw. II Ausf. F 1941 Sd.Kfz. 121
Versão: 21. Panzer Division Afrika Korps
Gambur – Libia
Novembro 1941

9,5 ton

peça 20 mm +
1 metr. 7,92 mm
comp. 4,81 m

larg. 2,28 m
alt. 2,15 m
autonomia 200 km
v.máx. estrada 50 kmh
mato 20 kmh
depósito: 170 L

3 tripulantes
Blindagem máx:
aço 35 mm

escala 1:72 -6,8 cm
base 7x13 cm
extras: Diorama, pormenores pintura, patines, base técnica


Embora concebido como um recurso provisório enquanto se desenvolviam os Panzer III e IV, o Panzer II teve um papel importante nas primeiras campanhas do conflito, nas quais se tornou o principal carro de combate ligeiro das divisões blindadas alemãs.

Desde finais de 1942, pouco a pouco foi sendo retirado da frente e, embora a sua produção tivesse cessado de maneira definitiva poucos meses depois, o seu chassis continuou a ser utilizado no fabrico da caça-carros.

Este carro de comando é do II.Abt., e o número 03 identifica-o como o ocupado pelo oficial de Transmissões.

Junto da escotilha frontal do condutor e no lança-fumos, estavam estampados em branco a palmeira do DAK (Áfrika Korps) e o emblema da divisão.

Na tampa do motor, um grande rectângulo, também pintado de cor branca, facilitava a sua identificação a partir do ar.

JJ fotos