02 abril 2009

Pensamentos





"A gente pode morar numa casa mais ou menos,
numa rua mais ou menos,
numa cidade mais ou menos,
e até ter um governo mais ou menos.

A gente pode dormir numa cama mais ou menos,

comer um feijão mais ou menos,
ter um transporte mais ou menos,

e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro.

A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos...

TUDO BEM !!

O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum...
é amar mais ou menos,
sonhar mais ou menos,
ser amigo mais ou menos,

namorar mais ou menos, ter fé mais ou menos,
e acreditar mais ou menos.


Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos."

Chico Xavier

Gentileza do amigo José Manuel S.
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JJ edição fotos

01 abril 2009



...BLINDADO DO FUTURO
...sonho ou utopia...

Googe


Suzuki Swift Sport 2004
1300 cc
91 cv
v.máx. 148 Kmh
0-100: 9,8 seg.
escala 1:38 – 10 cm
extras: Pintura interiores, base técnica

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Volkswagen Beetle (Carocha) 1303 Cabriolet 1979

fabrico 1938-2003
1600 cc

50 cv

v. máx. 140kmh 0-100: n/a
escala 1:43 - 9,5 cm

extras: Base técnica

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24 março 2009

Arlequins






Arlequim na Pintura

O arlequim é uma personagem da commedia dell'arte, cuja função no início se restringia a divertir o público durante os intervalos dos espetáculos.

Sua importância foi gradativamente afirmando-se e o seu traje, feito de retalhos multicoloridos geralmente em forma de
losango, mais ainda o destacava em cena.

Existe contudo, ainda, uma versão igualmente famosa, com origem
napolitana no Polichinelo.

O Arlequim foi um personagem disseminado no Brasil principalmente através dos blocos carnavalescos de rua.

O carnaval
nordestino e baiano soube transferir o fenótipo típico do bobo-da-corte para o artista brasileiro, malandro brincalhão cujas peripécias e aventuras sempre acabam prejudicando as pessoas que se relacionam com ele e, vez ou outra, resultam em lições de moral.

No
Carnaval, o arlequim procura pelas ruas encontrar seu par, Colombina, e, assim como o Saci, adora fumar tabaco e atrapalhar a festa dos ambiciosos, aventureiros e homens de boa educação.

No folclore, o Arlequim anda invisível ou bem escondido entre as pessoas nas ruas agitadas, pode ser visto somente de relances pelos idosos, pelas damas novas e de boa educação e pelas crianças.

Esses momentos tipicamente são quando o Arlequim está roubando pirulitos, balas, fumo, doces e coisas preciosas, para depois geralmente escondê-los das crianças.

O Arlequim também pode ser visto de relance por uma d
ama quando rouba-lhe um beijo, travessura que causa ciúmes em Colombina, que acaba aprontando uma travessura com o Arlequim ou com a dama que foi beijada.

O Arlequim não gosta de insetos, de homens que usem bigode e de autoridades policiais.

O Arlequim dá a uma dama bela e de humor rápido o seu coração, lhe entregando na porta de casa. Quando alguém come o coração do Arlequim, essa pessoa se torna o Arlequim.

O intento de
Pierrot é capturar seu coração quando Arlequim tiver deixado-o para alguém, intento esse que sempre fracassa devido às travessuras do mesmo.

Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Arlequim"
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Douglas C-54 Skymaster 1943
Avião de Transporte de Longo Raio de Acção
Douglas Aircraft Comp. - USA

env. 35,81 m
comp. 28,60 m
alt. 8,38 m
sem armamento
aut. 6400 km

tecto 6800 m
v.máx. 450 Kmh
4 tripulantes
peso 17,7 ton
1º voo: 14 Janeiro 1943

metal/plástico 1:144 - 20 cm
base 20,5x21 cm
extras: Diorama, pormenores pintura, placa técnica

Quadrimotor de Transporte da USAAF Douglas C-54G-1-DO Skymaster, “The David Crocrett” com o número de série 45-482 e o número de fabrico 35935, integrado no Military Transport Service, Continental Division, Air Transport Division.

Este aparelho foi vendido à Força Aérea Brasileira em 1960.
Concebidos para substituirem o Douglas C-47 Skytrain, estes aparelhos foram utilizados para transportar tropas dos Estados Unidos para a Europa pela rota do Atlântico.

Mais tarde, fizeram a rota do Pacífico, do Sudeste Asiático e da China, transportando tropas e abastecimentos para as forças que combatiam nestes teatros de operações.
Terminada a guerra, o avião participou na ponte aérea de Berlim.
Na sua versão comercial civil, é conhecido como Douglas DC-4.

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21 março 2009

APOLO 70




Cinema/Centro Comercial Apolo 70
Fez grande foror na época o Apolo 70.

Tinha tudo em grande num espaço relativamente pequeno.
Situa-se na Av. Julio Dinis, ao lado da Praça de Touros do Campo Pequeno, em Lisboa.

Fui grande frequentador do Bowling e principalmente do Snack que além de óptima e variada comida, serviam os geladões enormes, que só por duas vezes não os consegui comer até ao fim...o que ficou na história e memória da minha já antiga gulodice !!

Claro que a qualidade paga-se, e o único senão, eram na realidade os preços praticados.

..."Essa inauguração ocorreu a 26 de Maio de 71, mas somente dois meses depois é que conheci o cinema, quando vim de férias a Portugal.

Era então o centro comercial da moda, perdão, o "drugstore" da moda, com pouco mais de 40 lojas (compare-se com as monstruosidades que por aí existem actualmente).

Tinha até uma sala de bowling e um snack-bar em baixo que fazia as minhas delícias e que era uma autêntica inovação à época com a sua disposição circular e concêntrica.

Será que ainda existe?
Há muitos anos que lá não entro.

A programação do cinema (com uma capacidade de 300 lugares) era das melhores de Lisboa (senão mesmo a melhor), muito por "culpa" do coordenador, o conhecido crítico e realizador Lauro António, que nos primeiros anos de vida da sala fez um trabalho a todos os níveis notável (ainda conservo alguns dos magníficos programas com que os espectadores eram brindados às entradas das sessões, quer para os filmes em estreia quer para as chamadas sessões especiais, que iam tendo designações diferentes de acordo com os ciclos apresentados).

O primeiro filme que lá fui ver foi "Os amores de uma loura", no dia 2 de Agosto desse ano de 1971.

E o segundo, apenas dois anos depois, quando voltei de férias outra vez, foi um dos meus filmes mais amados de sempre, o "Harold and Maude", traduzido por "Ensina-me a Viver", com música do Cat Stevens.

O que eu na altura não procurei pela canção "If you wanna be free, be free"!
Só depois de algum tempo é que descobri que ela não fazia parte de qualquer album ou single e só muitos anos depois, já na era do CD, é que a consegui encontrar numa coletânea.

Podem imaginar a satisfação que isso me deu passados tantos anos"...

Comentário de "Rato" in IÉ-IÉ Blog
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18 março 2009


Smart Forfour 2005
Lucky Strike
1500 cc

110 cv

v.máx. 188 Kmh

0-100: 9,5 seg.
escala 1:35 - 10,5 cm
extras: Pintura interiores, lettering, base técnica.

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17 março 2009

Dinossauros














Dioramas com Dinossauros
modelos únicos

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Nada faz um homem ter tantas suspeitas como o facto de saber pouco.

Francis Bacon
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Ford Street Ka 2004
1597 cc

95 cv
v.máx. 173 kmh
0-100: 12,2 seg.
escala 1:33 - 11 cm

extras: Pintura interiores, base técnica

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Fiat 500 Abarth 1964
fabrico 1957-1975
2 cil. - 499 cc

22 cv
v.máx. 104 Kmh
0-100: n/a
escala 1:31 - 9,5 cm

extras: Pintura interiores, base técnica

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