07 outubro 2008

Brinquedos antigos












Brinquedo

É um objeto ou uma atividade lúdica, voltada única e especialmente para o lazer , e geralmente associada com crianças, também usada por vezes para descrever objetos com a mesma finalidade, voltada para adultos.

Na pedagogia, um brinquedo é qualquer objeto que a criança possa usar no ato de brincar.

Alguns brinquedos permitem às crianças se divertirem enquanto ao mesmo tempo as ensinam sobre um dado assunto.

Brinquedos muitas vezes ajudam no desenvolvimento da vida social da criança, especialmente aquelas usadas em jogos cooperativos.
Brinquedos são de vital importância para o desenvolvimento e a
educação da criança [1], por propiciar o desenvolimento simbólico, estimular sua imaginação, sua capacidade de raciocínio [2] e sua auto-estima.

Podem ser utilizados em tratamento psicoterápico na Ludoterapia, com crianças com problemas emocionais causados por fatores variados, ou que apresentam distúrbios de comportamento ou baixo rendimento escolar.

Carrinhos em miniatura, bonecas, bolas, ursos de pelúcia, ioiôs e action-figures são exemplos de brinquedos. O ato de brincar em si, geralmente não exige um brinquedo, que seja um objeto tangível, pode acontecer como jogos simbólicos (faz-de-conta).

História
Desde tempos antigos, os brinquedos tiveram um importante papel na vida das crianças.

Por milhares de anos crianças brincaram com brinquedos dos mais variados tipos. Bolinhas de gude foram usadas por crianças no continente africano há milhares de anos.

Na Grécia Antiga e no Império Romano, brinquedos comuns eram barquinhos e espadas de madeira, entre os meninos, e bonecas entre meninas.

Durante a Idade Média, fantoches eram brinquedos muito comuns entre as crianças.
Até o final do
século XIX, a maioria dos brinquedos era fabricada em casa, ou fabricada artesanalmente.

Actualmente, a grande maioria dos brinquedos são fabricados em massa, e comercializados.

A partir da segunda metade do século XX, vários países criaram leis que proíbem a venda de brinquedos considerados perigosos - por exemplo, por conterem materiais tóxicos ou partes que se soltam facilmente - ou que não possuem claros avisos - por exemplo, não recomendado para menores de três anos de idade por conter materiais que podem ser engolidos pela criança.

Tais leis também dão ao governo o direito de recolher do mercado todos os produtos que não atendem às especificações necessárias.

Os fabricantes de brinquedos fabricam milhares de brinquedos diferentes diaramente. Vários destes brinquedos são similares entre si - ou seja, são da mesma categoria, como uma boneca, por exemplo - mas são fabricados por diferentes empresas, e possuem direitos autoriais e certas diferenças básicas entre si.

Por exemplo, no caso das Bonecas, duas marcas de bonecas famosas são a americana Barbie e a brasileira Susi.

A criança brinca com brinquedos gradualmente cada vez mais sofisticados, à medida que a criança cresce.
Os brinquedos mais comuns para bêbes entre zero a doze meses são brinquedos
musicais simples e móbiles, ou brinquedos de berço, objetos que ficam pendurados sob o berço do bebê.

Estes brinquedos estimulam a coordenação motora, a visão e a audição do bebê. Após o primeiro ano de vida, blocos que podem ser encaixados entre si e animais de pelúcia também passam a interessar o bebê. Um espelho resistente ajudam a estas crianças a reconhecerem a si mesmos.

Outros brinquedos incluem , pequenos e simples quebra-cabeças e livros ilustrados. Bonecas passam a atrair a atenção das crianças por volta do segundo ano de vida.

Entre os dois aos seis anos de idade, a criança torna-se mais interessada em explorar o mundo à sua volta.

Alguns brinquedos como triciclos (ou quadriciclos), vagões, bolas e blocos de montar ajudam a fortalecer os músculos da criança.

A criança desta faixa etária é altamente imaginativa, e muito desta imaginação é redirecionada aos brinquedos - bonecos tornam-se amigos ou super-heróis e blocos de montar transformam-se em cidades.

A partir do sexto ano de vida, os brinquedos começam a fazer parte de brincadeiras mais elaboradas e/ou "faz-de-conta".

Ao brincar com bonecas, crianças fazem de conta que são pais, e fazem uso de vários artifícios de brinquedo - carrinhos e berços, por exemplo. Bonecos de ação - robôs, super-herós e vilões - ainda interessam crianças até por volta do décimo ano de vida.

À medida que a criança cresce, ela pode participar de jogos mais elaborados - como quebra cabeças complicados ou jogos de tabuleiro, por exemplo.

Por volta do décimo ano de vida, muitas crianças interessam-se em brinquedos muito elaborados tais como verdadeiros kits de construção.

Tais kits ensinam à criança paciência e dedicação. Crianças que interessam-se em ciência podem passar horas brincando com kits especializados ou um microscópio, por exemplo.

Vários pré-adolescentes perdem interesse em todo tipo de brinquedo infantil após o décimo segundo ano de vida; porém, outros continuam a gostar de um brinquedo em particular, como, no caso de muitas adolescentes, bonecas e animais de pelúcia, tanto por gosto quanto por valor sentimental.

Outros são influenciados por um dado tipo de brinquedo quando criança a tal ponto que esta pessoa passa a manter um hobby relacionado com tal brinquedo quando adulto, como é o caso de várias pessoas interessadas em aeromodelismo.

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06 outubro 2008

Moinhos de vento

Moinhos de vento
Um moinho de vento, em sentido restrito, é um moinho que usa as hélices como elemento de captação e conversão da energia eólica para outro tipo de energia apropriada para movimentar outros mecanismos.
É essa a utilização tradicional da energia do vento, em terra, em Portugal e noutros países mediterrânicos.
Em sentido lato, chama-se moinho de vento a qualquer motor movido a energia eólica, quer este motor esteja contido num edifício, como nos moinhos holandeses , que não são propriamente moinhos e sim bombas de água, quer seja apenas um sistema de pás montado no topo de uma torre, como nas modernas turbinas eólicas, geradoras de electricidade para movimentar as bombas centrífugas.
A partir de 1970 os moinhos de vento na Holanda foram sendo substituídos, no bombeamento de água, por motores elétricos que acionam bombas tipo Parafuso de Arquimedes.

História e Tipologias
As primeiras referências conhecidas a moinhos de vento datam do século X
[1].

Crê-se que aparelhos movidos a vento eram utilizados no Tibete em rituais e práticas oratórias.

No Oriente este tipo de estrutura mecânica começou por ter aplicação prática para facilitar o trabalho do homem, sendo utilizada para a elevação (ou bombagem) de água.

No Ocidente, terá sido inicialmente aplicada pelos Persas à moagem de cereais. Na Europa, o mais antigo de moinho de vento conhecido trabalhava em Inglaterra em 1185.

Crê-se que os primeiros moinhos de vento possuiriam uma tipologia de eixo vertical com velas dispostas em seu redor. Contudo, essa tipologia acabou por ser substituida pela de eixo horizontal que hoje conhecemos.


Em Portugal a sua existência é citada num documento de 1303, contudo é de admitir que a sua introdução tenha sido anterior a esta data.

São sobejamente conhecidos os modelos de moinho de vento utilizados no norte da Europa, caracterizados por estrutura piramidal, de grande dimensão, compostos por uma torre de madeira com quatro pás de madeira no topo.

Exemplos deste modelo são os típicos moinhos de vento Holandês e Inglês.


O moinho de vento tipo mediterrânico, grupo ao qual pertence a maioria dos moinhos de vento portugueses, tomou uma forma particular, distinta da do norte da Europa.

De menor dimensão, são geralmente compostos por uma estrutura cilíndrica construída em pedra, com cúpula cónica de madeira (denominada capelo) e um número variável de velas de pano cuja origem se pode associar ao velame das embarcações.


Em muitos dos moinhos de vento do norte da Europa, as pás são orientadas para o vento por rotação de toda a torre, ao passo que nos moinhos de vento de tipo mediterrânico apenas o capelo sofre este movimento permanecendo a restante estrutura fixa.

Com a revolução industrial e a banalização de outras formas de produção de energia cinética mais eficientes (da qual é exemplo o motor eléctrico), este tipo de tecnologia caiu em desuso tendo muitos dos moinhos sido demolidos, conservados como atração turística e até mesmo rehabilitados como residências pessoais.

Estrutura e Engenho
O moinho de tipo mediterrânico é composto por um corpo de pedra com quatro a seis metros de altura e sensivelmente o mesmo diâmetro e cuja forma, embora se assemelhe a um cilindro, é na verdade um tronco de cone.

Em torno do topo deste corpo central existe uma calha, denominada frechal, sobre a qual assenta uma cúpula móvel, de forma cónica e à qual se dá o nome de capelo.


Tipicamente, no vértice do capelo é montado um cata–vento, cujo eixo se prolonga na vertical para o interior do moinho, fazendo rodar um dispositivo indicador que permite ao moleiro (operador do moinho) determinar a direcção do vento sem dele sair.


Moinho de vento de tipo mediterrânico em Portugal
Construído em madeira, alvenaria ou palha de centeio, o capelo é atravessado na diagonal por um mastro, eixo ou pião de madeira, que se estende por cerca de cinco metros para o seu exterior.

Nesse prolongamento exterior, encontram-se fixadas em forma de cruz as varas ou braços, onde se fixam as velas de pano com formato triangular.


Dois dos vérticas das velas estão fixos a uma vara, o que permite que estas sejam enroladas na respectiva vara quando o moinho de vento se encontra imobilizado, ou então estendidas sendo o terceiro vértice atado à vara que sucede aquela onde a vela está fixa.

Esta situa-se mais atrás e dá uma inclinação á vela a qual permite que ao ser actuada pelo vento faça imprimir ao moinho um movimento de rotação.

Estas varas de auxílio à armação e esticagem das velas, são denominadas vergas, e estão colocadas de forma a dividirem a meio o ângulo formado pelas varas.


Dado que assenta sobre o frechal o capelo possui mobilidade rotacional, possibilitando ao moleiro orientar as velas na direcção do vento.

A rotação do capelo é feita utilizando um dispositivo existente no seu interior ao qual se dá o nome de sarilho.

Este dispositivo, que se assemelha ao cabrestante de um navio, é composto por um eixo horizontal e em torno do qual se enrola mecânicamente uma corda, com o auxílio de duas manivelas colocadas em posição oposta em cada uma das extremidades.

Uma das pontas da corda está fixa no eixo do sarilho e na outra existe um gancho que se prende a uma de várias argolas fixadas perto do topo do corpo do moinho.

Enrolando o sarilho, a corda estica e obriga o capelo a rodar sobre si mesmo, para a direcção conveniente.

A imobilização do moinho era feita rodando o capelo para uma posição em que o vento não propulsionasse as velas, fazendo com que o mastro perdesse velocidade.

Quando imobilizado, as velas eram enroladas nas varas e estas últimas presas a algum de diversos marcos dispostos em torno do moinho através de uma corda denominada cabresto.


Fixada no mastro existe uma grande roda dentada, normalmente com os dentes dispostos na lateral, denominada entrosa.

Ao centro do moinho existe um eixo vertical, no topo deste eixo existe um carreto no qual engrenam os dentes da entrosa, de tal forma que fazem rodar o carreto independentemente da posição do capelo.

Deste modo, a energia cinética de rotação gerada no mastro devido à propulsão dada pelo vento ao ser captado pelas velas, é transmitida pelo eixo central até à base do moinho onde faz rodar as mós que móem o cereal sendo assim a energia eólica aproveitada.

Todas estas estruturas e engrenagens móveis descritas eram talhadas em madeira rija (tipicamente carvalho, sobreiro, ou azinheiro), por artífices especializados nesse tipo de trabalho, a quem se dava o nome de engenheiros (ou seja, os homens que fabricavam os engenhos).

Aplicações dos moinhos

Moagem de Cereais
Os moinhos de vento podem ser aplicados à
moagem de cereais.

Neste caso, a energia que chega à base do moinho através do seu eixo central é utilizada para fazer rodar uma mó.

Uma mó é uma pedra maciça, esculpida em forma de anel cilindrico achatado, de faces sulcadas e a cujo centro vazio se chama olho da mó.


Numa instalação para moagem existem duas mós, sendo uma delas estática, denominada poiso, e assente no chão do moinho, sobre a qual se coloca uma segunda mó com uma folga ligeira de modo a que não impeça o movimento de rotação, denominada corredor, com raio identico ao do poiso mas com altura inferior (em moinhos de vento da região do Ribatejo um poiso pesava tipicamente 1200kg, enquanto que um corredor pesava 800kg).

O corredor está suspensa no eixo vertical, sendo fixa a este através de um suporte metálico regulável em altura, e de seu nome segurelha.

A necessidade de regular a altura do corredor deve-se ao facto ao desgaste em altura das faces, a que ambas as mós estão sujeitas com o desenrolar da actividade de moagem, por efeito da fricção.

Quando os sulcos das mós desaparecem, cabe ao moleiro criar novos sulcos para que a moagem do cereal seja possível, acto ao qual se chama o picar da mó e que é realizado com o auxílio de ferramentas cuja forma e função se assemelham à de uma picareta, de seu nome picão e picadeira.


A moagem do cereal é feita depositando-o em grão na folga existente entre o poiso e o corredor.

A rotação do corredor fricciona os grãos contra o poiso esmagando-os repetidamente até que lentamente se transformam em farinha, sendo este o nome atríbuido ao pó a que se reduzem os cereais moidos [2].

O cereal em grão é depositado numa caixa com fundo em cone ou pirâmide invertida, denominada tegão à qual se liga uma calha ou quelha que conduz o grão para o olho do moinho e o deposita na folga entre o poiso e o corredor.

A energia centrifuga provocada pela rotação do corredor faz com que o grão (e o produto da sua moagem) se desloque desde o olho até à circunferência da mó onde é recolhido já em farinha.

Elevação de Água
Os moinhos de vento podem ser aplicados à
elevação ou bombagem (bombeamento) de água.

Neste caso, a energia que chega à base do moinho através do seu eixo central é utilizada para fazer rodar um Parafuso de Arquimedes.

Uma engrenagem colocada no eixo central é ligada a um parafuso colocado no interior de um tubo cilíndrico ou semi-cilíndrico oco, posicionado em um plano inclinado na diagonal com a extremidade mais baixa colocada abaixo da linha de água.


Eles foram muito utilizados na Holanda com esta finalidade para drenagem dos polderes (terras baixas).

Atualmente a maior parte das bombas tipo parafuso são acionadas por energia elétrica em vez da energia eólica.

A rotação e disposição do parafuso fazem com que o movimento de rotação arraste um volume de água ao longo do tubo até ao topo, onde é captada na extremidade mais elevada.

Produção de Energia Eléctrica
Geradores eólicos em Egeln,
Alemanha
Os moinhos de vento podem ser aplicados à geração ou produção de
energia eléctrica.

Neste caso, a estrutura é apenas composta por uma armação metálica ou haste oca, no topo do qual se encontra uma turbina.

As pás são de grande dimensão, atingindo em aparelhos modernos entre 40 a 90 metros de comprimento e rodam lentamente.

O equivalente ao mastro do moinho de vento até aqui descrito encontra-se directamente ligado a um elemento gerador (em geral um alternador ou dinamo) capaz de converter a energia cinética de rotação em energia eléctrica que é ajustada ou rectificada e depois canalizada para a rede comum de fornecimento de energia eléctrica.

Modelos futuros
O navio a turbovela Alcyone na foto, no porto do Rio de Janeiro, foi especialmente projetado para receber a tecnologia
Turbovoile de Cousteau uma turbina de voluta vertical com rotores internos.

Moinho de vento de voluta vertical podem funcionar com as turbinas embutidas, interferindo menos com a paisagem além de eliminar os riscos as colisões tão frequentes "das turbinas com as aves".

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Fetiches







Fetiche por sapatos
A palavra inglesa fetish vem do português “feitiço”.
Os antigos viajantes portugueses, quando chegaram à costa da África e à Guiné, descobriram que os nativos usavam amuletos que eles acreditavam ter poderes mágicos e que eram objetos de devoção.
A palavra, em inglês, virou fetish.
Depois voltou para a língua portuguesa como “fetiche”, quando a psicologia moderna a adotou para denominar um interesse sexual por objetos específicos ou partes do corpo, sem ser os órgãos sexuais, que dão gratificação sexual - por exemplo, o pé ou roupas de couro ou borracha.
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Curiosidade masculina existe...

Googe

Auburn 851 Speedster 1935








Auburn 851 Speedster 1935
Este modelo tem duas versões: Coupé e Cabriolet.

»8 cil. - 4600 cc »150 cv »v.máx. 165 kmh »0-100: 15,1 seg.
escala 1:32 - 16 cm extras: Base técnica

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05 outubro 2008

O que fazer com CDs velhos

Para quem já fez uma instalação na parede do quarto com CDs da AOL, já jogou frisbie com CDs do ZAZ e mesmo assim continua guardando aquela pilha de CDs velhos, porque CD é um artefacto muito novo pra ser jogado no lixo, talvez esse brinquedo possa interessar.
Há um gramofone que grava e toca seus CDs velhos no estilo LP.
Basta colocar o CD no aparelho e falar ou cantar no bocal. Depois o CD gravado pode ser tocado no próprio aparelho.
Quem sabe depois de escutar uma gravação sua no CD você se convensa que o melhor é jogar no lixo mesmo.
Para comprar: Very Cool Things

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