01 novembro 2008

Farol do Bugio
A ideia de erguer uma fortificação no areal da Cabeça Seca frente à fortaleza de S. Julião da Barra, remonta provavelmente ao período de construção desta, mas só em 1571 é formalmente expressa pelo arquitecto Francisco de Holanda, reconhecendo as vantagens do cruzamento de fogo de artilharia.

Em 1640, a obra não estava ainda completa mas tinha já armamento e guarnição, que se rendeu sem oferecer resistência a 2 de Dezembro de 1640 na restauração da independência.

Isolado no meio do Estuário do Rio Tejo, sem qualquer referência que permita ao observador avaliar, por comparação, as suas dimensões, o forte parece imensurável.

A sua base circular tem 62 metros de diâmetro por 6 de altura e o forte, também circular, tem 33 por 7.

Em 1775 instalado numa torre de pedra com 16 metros de altura por 3 de diâmetro.

Em 1829 foi instalado um aparelho rotativo de 16 candeeiros, activado por um mecanismo de relojoaria.

Em 1896 foi montado um aparelho óptico dióptrico de 3ª ordem, rotativo, com candeeiro a petróleo de 3 torcidas, produzindo luz branca fixa, variada com clarões vermelhos.

O farol esteve apagado durante a 1ª grande guerra e em 1923 o aparelho óptico seria substituído por um de 3ª ordem, grande modelo. Em 1933 passou a queimar gás a luz passou a ser fixa, com relâmpagos verdes.

Em 1994 foi instalada uma lanterna omnidireccional de 300 mm de luz eclipsada, e um novo sinal sonoro, passando a funcionar com energia solar.
Posição: Latitude 38º 39,70" N Longitude 09º 17,85" W

Local: Foz do Tejo
Altura: 14 m
Altitude: 28 m
Luz: LI Vd 5s
Alcance: 9 M (17 km )
Óptica: Omnidireccional 300 mm
Ano: 1775

Google JJ edição fotos

24 outubro 2008




...as mãos que fazem a arte, também podem ser arte...

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Ford TT 1923





Ford TT 1923
2896 cc

20 cv
v.máx. 65 Kmh
0-100: n/a
escala 1:32 - 14 cm

extras: Pintura interiores, pormenores carroceria, base técnica

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Ford Mustang 1962



Ford Mustang 1962
motor V8 - 4736 cc

164 cv
v.máx. 177 Kmh
escala 1:24 - 18 cm
extras: Pintura interiores

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Aeroporto de Lisboa









Aeroporto de Lisboa
dos anos 40 até hoje

O Aeroporto da Portela (código IATA: LIS, código ICAO: LPPT) situa-se em Lisboa e é o maior e o aeroporto português com maior volume de tráfego. Foi aberto ao tráfego em 15 de Outubro de 1942.
É servido, desde
1962, por duas pistas, uma a 03/21 com 3805 m de comprimento e outra a 17/35 com 2400 m de comprimento, ambas asfaltadas e com 45 m de largura.
Dispõe de dois terminais civis e ainda de um terminal militar, conhecido como
Aeroporto de Figo Maduro.

História
Até à inauguração do Aeroporto da Portela, Lisboa era servida por um aeroporto primitivo denominado Campo Internacional de Aterragem situado em
Alverca, que entrou em funcionamento em 1919 e foi desactivado em 1940.

Nos anos 30 os voos transatlânticos entre a Europa e a América eram feitos em hidroaviões por motivos de segurança. Só depois de atravessarem o Atlântico os passageiros mudavam para aviões com base terrestre que os levavam ao seu destino final.

Sendo Lisboa a capital mais ocidental da Europa, a cidade era o terminal ideal do lado europeu dessas ligações transatlânticas.

Por essa razão, o Governo Português entendeu transformar Lisboa numa grande plataforma aérea para voos internacionais.

Para isso foram projectados dois aeroportos para Lisboa: um marítimo, para hidroaviões e outro terrestre para aviões convencionais.

Outra razão para a construção destas infraestruturas era o facto de ir ser realizada em 1940 a grande Exposição do Mundo Português que se previa ir atrair a Lisboa muitos voos com turistas estrangeiros (isso acabou por não acontecer devido ao início da 2.ª Guerra Mundial).

Em 1938 iniciaram-se as obras dos dois aeroportos, que foram concluídas em 1940. Como aeroporto terrestre construiu-se o Aeroporto da Portela e como aeroporto marítimo, construiu-se o Aeroporto de Cabo Ruivo, à beira do Rio Tejo e a cerca de 3km do primeiro.

Para uma ligação rápida por automóvel entre os dois aeroportos construiu-se uma via rodoviária denominada Avenida Entre-os-Aeroportos (actual Avenida de Berlim).

Aeroporto da Portela
O sistema de voos transatlânticos funcionava com os hidroaviões vindos da América, amarando no
Rio Tejo e desembarcando os seus passageiros em Cabo Ruivo.

Daí, eram transportados por automóvel até à Portela. No Aeroporto da Portela eram distribuídos pelos diversos aviões que os iam levar aos diferentes destinos na Europa. Os passageiros que iam da Europa para a América faziam o percurso inverso.
O Aeroporto de Cabo Ruivo, que se localizava onde é hoje a Doca dos Olivais no
Parque das Nações, foi desactivado com o fim completo dos voos regulares de passageiros por hidroavião, no final dos anos 50. Desde essa altura manteve-se apenas o Aeroporto da Portela.

Dada a sua localização, na parte norte de Lisboa, faz com que exista uma espécie de muro entre a Alta de Lisboa e a zona do Parque das Nações, tendo esta ligação de ser feita pelo centro de Lisboa ou pelos concelhos limitrofes. Porém, está prevista uma ligação directa por metropolitano, da zona da Gare do Oriente até ao Lumiar, passando este em linha recta por baixo do aeroporto.

Esta ligação está prevista para o início dos anos 10 (séc. XXI).

Este problema deverá ficar resolvido em 2018, quando entrar em funcionamento o Aeroporto de Alcochete e o actual for desactivado.
A 1 de Agosto de 2007 foi aberto ao público o novo terminal 2, apenas para partidas dos voos domésticos.

Google - Wikipedia

JJ edição fotos

23 outubro 2008





Este teto está pintado na área de
fumadores da VODAFONE.

...simplesmente genial !!

gentileza do amigo Raul