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04 novembro 2008

Casa dos Bicos

Casa dos Bicos
A Casa dos Bicos ou Casa de Brás de Albuquerque localiza-se em Lisboa.
A casa foi construída em 1523, a mando de D. Brás de Albuquerque, filho natural legitimado do conquistador de Ormuz, Afonso de Albuquerque, sendo destinada à habitação.
É situada a oriente do
Terreiro do Paço, perto de onde ficavam a Alfândega, o Tribunal das Sete Casas e a Ribeira Velha (mercado de peixe e de produtos hortícolas, com inúmeras lojas de comidas e vinhos).

Sua fachada está revestida de pedra aparelhada em forma de ponta de diamante, os "bicos", sendo um exemplo único de arquitectura civil residencial no contexto arquitectónico lisboeta.

Os "bicos" demonstram uma clara influência renascentista italiana.

Na verdade, o proprietário da Casa dos Bicos mandou-a construir após uma viagem sua a Itália, onde terá visto pela primeira vez o Palácio dos Diamantes ("dei diamanti") de Ferrara e o Palácio Bevilacqua, em Bolonha.

No entanto, sendo naturalmente menor que este palácios, a distribuição irregular das janelas e das portas, todas de dimensões e formatos distintos, conferem-lhe um certo encanto, reforçado pelo traçado das janelas dos andares superiores, livremente inspiradas nos arcos trilobados da época.

Na sua planta inicial tinha duas fachadas de pedras cortadas em pirâmide e colocadas de forma desencontrada, onde sobressaltavam dois portais manuelinos, o central e o da extremidade oriental, e ainda dois andares nobres.

A fachada menos importante, encontrava-se virada ao rio.
Com o
terramoto de 1755, tudo isto se destruiu e desapareceram estes dois últimos andares.
A família Albuquerque vendeu-a em 1973, tendo até então sido utilizada como armazém e como sede de comércio de bacalhau.
Em
1983, por iniciativa do comissariado da XVII Exposição Europeia de Artes, Ciência e Cultura, foi reconstruída e foi reposta a sua volumetria inicial (foram acrescentados os dois andares que haviam desaparecido na tragédia), tendo servido como local de exposições.

Na Casa dos Bicos funcionam hoje serviços da Câmara Municipal de Lisboa e, no futuro, a Fundação José Saramago, acolhendo a biblioteca do escritor prémio Nobel da Literatura.



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01 outubro 2008

Cascais





Cascais

É uma vila portuguesa no Distrito de Lisboa, região de Lisboa e subregião da Grande Lisboa, com cerca de 33 300 habitantes. Situa-se a cerca de 30 minutos de Lisboa, junto à orla marítima.

É a quinta vila mais populosa de Portugal (depois de Algueirao-Mem Martins,Corroios, Rio de Mouro e de Oeiras).Cascais tem-se recusado ser elevada a categoria honorifica de cidade, por motivos turísticos.

Cascais é sede de um município com 97,07 km² de área e 185 279 habitantes (2006) [1], subdividido em 6 freguesias.

O município é limitado a norte pelo município de Sintra e a leste por Oeiras e a sul e a oeste tem costa no Oceano Atlântico,na famosa Costa do Estoril.

Há pouco mais de 100 anos atrás e devido aos maus acessos costumava dizer-se que a "Cascais, uma vez e nunca mais".

Porém a vila de Cascais é, desde finais do século XIX um dos destinos turísticos portugueses mais apreciados por nacionais e estrangeiros uma vez que o visitante pode desfrutar de um clima ameno, das praias, das paisagens, da oferta hoteleira e gastronómica variada, animação.

Património
Situada junto à costa, muito do seu património monumental relaciona-se fortemente com a defesa e navegaçao.

Como tal, em termos de arquitectura destacam-se os muitos fortes, situadas entre a praia do Abano e São Julião da Barra (já em Oeiras) e que foram até ao Século XIX de extrema importância para a defesa de Lisboa.

Não obstante estes factos do seu património podemos destacar muitas ruinas romanas e visigóticas (vilas e necrópoles), Igrejas e Capelas bem como Casas senhoriais da antiga nobreza portuguesa que a partir nos finais do Século XIX começou a utilizar esta costa como área de veraneio.

De entre vários destacam-se os seguintes:
Azenha de Atrozela
Bases da muralha que ligava os dois baluartes da Praia da Ribeira
Bateria Alta ao norte da Praia da Água Doce
Capela de Nossa Senhora da Nazaré
Capela Nossa Senhora da Graça
Cidadela de Cascais, incluindo a Fortaleza de Nossa Senhora da Luz de Cascais e a torre fortificada de Cascais
Cortinas de Atiradores
Edifício na Avenida das Acácias, nº34 ou Vila Ralph
Estação lusitana-romana dos Casais Velhos o Ruínas dos Casais Velhos
Capela de Nossa Senhora da Conceição da Abóboda
Cidadela de Cascais
Cemitério Visigótico de Alcoitão
Farol de Santa Marta
Fortaleza da Luz
Forte Novo (troço de muralha)
Forte de Crismina
Forte do Guincho
Forte de Oitavos ou Forte de São Jorge
Forte de Nossa Senhora da Guia
Forte de Nossa Senhora da Conceição (restos das muralhas)
Forte de São Teodósio ou Forte da Cadaveira
Forte de São Pedro do Estoril (Forte da Poça)
Fonte de São João ou Cantinho de São João
Forte de Santo António da Barra ou Forte Velho
Forte de Santa Marta
Grutas artificiais de Alapraia ou Necrópole Eneolítica de Alapraia
Igreja Matriz de Cascais
Igreja de São Domingos de Rana
Marégrafo de Cascais
Quinta de Manique ou Casa da Quinta de Manique ou Palácio de Manique ou Casa da Quinta do Marquês das Minas ou Quinta do Marquês de Minas
Quinta da Torre D`Aguilha
Vigia do Facho
Villa Romana do Alto do Cidreira
Villa Romana de Outeiro de Polima
Villa Romana de Miroiços
Villa Romana de Freiria
Villa Romana de Casais Velhos

Museus
Casa Sommer
Centro de Interpretação Ambiental da Ponta do Sal
Palácio dos Condes de Castro Guimarães ou Torre de São Sebastião
Palácio do Duque de Palmela ou Palácio Palmela
Quinta do Barão, incluindo o solar, jardins e adega.
Museu da Música Portuguesa
Núcleo Museológico de Oitavos
Torre de São Patrício (incluindo toda a área de jardim e mata), actual Casa-Museu Verdades Faria
Casa de Histórias e Desenhos Paula Rego

Espaços Públicos
O
Wikimedia Commons possui multimídia sobre Cascais
Praia do Guincho
Parque da Gandarinha
Ciclovia
Praia do Guincho
Boca do Inferno

Ligações externas
Associação Empresarial do Concelho de Cascais
Portal de Cascais - Eventos, Classificados, Notícias, Empresas

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Calçada do Duque








Calçada do Duque Pertence a três freguesias. À freguesia do SACRAMENTO todos os números ímpares, à freguesia de SANTA JUSTA do número 2 a 20, à freguesia da ENCARNAÇÃO do número 22 em diante.

Começa na Calçada do Carmo no número 49 e termina no Largo Trindade Coelho.

Esta calçada, assim chamada em honra do Duque do Cadaval que tinha o seu Palácio perto, era eixo de ligação privilegiada entre a zona "chique" da cidade, o picadeiro das famílias distintas que se passeavam entre o miradouro de S. Pedro de Alcântara e o Adro de S. Roque (hoje Largo Trindade Coelho) e a zona boémia do Rossio.

Na época a Calçada do Duque começava em S. Roque e prolongava-se até ao Rossio. Hoje em dia a direcção dos números foi alterada, começando de baixo para cima.

De destacar, a muralha Fernandina que se confunde com a Rua, o antigo Palácio de Niza logo à esquerda de quem começa a descer, hoje pertencente à Santa Casa da Misericórdia, e o grandioso edifício em baixo à direita de quem vem do Rossio, com história posterior ao Terramoto, (pincelaremos de seguida), e que desde 1927 pertence à CP (Combóios de Portugal), que lhe deu o aspecto actual.

Francisco José Caldas Aulette aforou à família Niza o terreno contíguo ao Palácio repleto de ruínas e barracas, rescaldo do Terramoto e aí construiu um Palacete e várias moradias, recuperando a muralha e dando ao local um aspecto aprazível.

Nessas casas moraram nomes conhecidos da nossa história, como António Feliciano de Castilho e os seus filhos Augusto, Júlio e o padre poeta Augusto Frederico de Castilho; o escritor António da Silva Túlio, genro de Aulette, o Conde de Charanges-Lucotte, empresário do S. Carlos.

Em 1863, António Florêncio dos Santos adquiriu toda a propriedade a Aulette, que foi completamente transformada para nela instalar a Escola Académica.

A Escola Académica (1847-1977), antes de ter a sua residência na Calçada do Duque, já tinha funcionado no Rossio, na Rua Garrett e ainda no Palácio dos Condes de Tomar.

A Escola Académica, inaugurava a 8 de Janeiro de 1865 na Calçada do Duque, com a presença da família Real, um edifício de quatro andares construído de raíz.

Esta Escola foi pioneira no nosso país ao reunir valencias de instrução primária, secundária e profissional, num mesmo estabelecimento de ensino.

Em 1927 é transferida para o Monte Agudo, à Penha de França. Mais tarde vai passar a funcionar num edifício no Conde Barão, que a acolheu durante as suas últimas tres décadas de funcionamento, encerrando definitivamente no ano de 1977, (após cento e trinta anos de vida a ensinar) ficando registado pelo seu percurso uma condecoração em 1947, com a Ordem de Instrução Pública.

Quase desaparece a memória do célebre Palacete de Aulette, não fôra um desenho deixado por Castilho!
Com a construção da Estação do Caminho-de-ferro, a ligação da Calçada do Duque ao Rossio foi cortada, substituida depois por escadas e rampas.

No outro extremo da calçada existia um pedaço de muralha da cidade, que naquela época, enquadrava o seu início.

Era a famosa Torre de Álvaro Pais com seu Arco e Postigo conhecido pela porta de S. Roque, pois tinha no topo uma imagem desse Santo.

Tudo isto foi destruído em 1836 para rasgar a Rua Nova da Trindade dando mais espaço ao Largo, que foi ganhando o aspecto de hoje, com o nome de Largo Trindade Coelho.

O Palácio Niza afectado pelo Terramoto, nunca mais foi habitada pela família que optou por alugar algumas alas.

Numa delas, segundo Júlio Castilho, no seu "Bairro Alto", existiu o famoso alfarrabista António Henriques, que seu pai frequentava, e que espalhava os livros em montes no meio dos quais se descobriam verdadeiras raridades.

O Teatrinho novo do Bairro Alto também funcionou num desses espaços alugados e lá se estreou a peça de Garrett "Catão", em 1821.

Em meados do século XIX a calçada foi suavizada por escadas aí adaptadas, sendo a partir de então, muitas vezes referida como as «Escadinhas do Duque», de que toda a gente já ouviu falar.

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In http://aps-ruasdelisboacomhistria.blogspot.com/2008/02/calada-do-duque.html

Freixeda do Torrão















Freixeda do Torrão
É uma freguesia portuguesa do concelho de Figueira de Castelo Rodrigo, com 23,51 km² de área e 306 habitantes (2001). Densidade: 13,0 hab/km².

Muitas são, e foram, as conjecturas que a propósito da sua "génesis", sem todavia se ter chegado a uma conclusão certa e definitiva. Sabe-se que, isso sim, que a região foi habitada por povos pré-históricos, embora a falta de documentos arqueológicos não permita ter uma maior informação sobre o desenvolvimento do seu passado pré-histórico.

O primeiro documento em que foi possível encontrar o nome da Freixeda do Torrão data de 1190. Ali é mencionada a "Granja da Fonte do Canto", no lugar de Freixeda do Torrão.

Um importante vestígio da ocupação romana é, de facto, a ponte que actualmente dá passagem sobre o ribeiro.

Da Guerra da Restauração (1640) podiam-se observar, até à bem pouco tempo, ruínas de um antigo forte, outrora designado por "Reduto", e que serviria para defender a urbe dos ataques espanhóis.

É neste século que, segundo um antigo semanário já extinto, "O Correio da Beira", a Freixeda do Torrão atinge o seu auge demográfico.

Numa das suas edições "O Correio da Beira" afirma mesmo que a "nossa" aldeia tinha recenseados 1250 habitantes. Admite-se agora que tal crescimento se deva ao perfil da terra, à mão de obra agrícola (que sempre existiu em grande número) e à abundância de água.

Foi já neste século que aqui se radicou um poderoso fidalgo, de nome Tomás Metello Nápoles Lemos. Terá sido ele que mandou edificar uma grande casa, e à qual chamamos, hoje em dia, de Solar dos Metellos. Na configuração do Solar há a registar ainda a existência de uma torre... a Torre do Solar dos Metellos e que ainda hoje existe, apesar das condições precárias em que se encontra. Outrora existiu também uma ligação entre a Torre e o Solar, que mais tarde, já na Segunda metade deste século viria a ser destruída. Talvez isso tenha contribuído, de forma significativa, para a degradação da referida Torre.

O poder deste fidalgo, Visconde, manifestou-se pelo domínio da maior parte dos terrenos agrícolas da freguesia, e que se manteve durante várias gerações. Só com o emparcelamento é que este latifúndio se "desmoronou" e foi vendido a vários agricultores. Talvez tenha sido deste modo que a agricultura minifundiária se tenha desenvolvido.

Essencialmente rural, a Freixeda do Torrão tornou-se importante no aspecto agrícola, assim como todo o concelho de Figueira de Castelo Rodrigo, o qual foi por alguns designado como sendo "o segundo celeiro de Portugal", surgindo logo depois do Alentejo.

Nessa altura a Freixeda do Torrão foi galardoada por diversas vezes com medalhas de ouro, e que foram atribuídas aos melhores agricultores do distrito da Guarda em virtude da sua produção de trigo e centeio.

Actualmente é, ainda, o sector primário que continua a ser o principal meio de subsistência da população, embora tenha surgido ultimamente alguma produção no sector secundário e mesmo terciário.

Hoje em dia a população da Freixeda do Torrão é bastante reduzida, e algo envelhecida, aguardando sempre com grande ansiedade a chegada das férias e das festas para poder ver regressar os "filhos da terra", que por diversos motivos, muitas vezes imperativos, tiveram que abandonar a sua "terra mãe" ... a "nossa" Freixeda do Torrão.
in jornal "O TORRÃO Ano 1 Nº01 de 17Dez98" [1]

PatrimónioTorre dos Metelos ou Solar dos Metelos


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Termas de Monfortinho









Termas de Monfortinho
http://www.monfortur.pt/

Termas de Monfortinho é uma aldeia localizada no sopé da serra de Penha Garcia, de onde parte o Erges a caminho do Tejo.

Os poderes milagrosos das suas águas termais, em especial as da Fonte Santa, têm fama desde o tempo dos romanos.

Bacteriologicamente puras, hipomineralizadas e hipotermais, são particularmente indicados para doenças da pele, doenças do fígado, colites e doenças crónicas do foro ginecológico.

Tem-se assistido à revitalização e diversificação do termalismo no sentido de um Turismo de Saúde.

Existem unidades de alojamento modernas e um vasto conjunto de equipamentos e de serviços de apoio à actividade termal e à animação turística que permitem, não só a aquistas, mas também a quem demanda o lugar, um alargado leque de opções e motivações para os tempos de lazer e de relaxamento físico e psicológico.

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30 setembro 2008

Guarda





Guarda
A Sé-Catedral da Guarda (
Guarda, Portugal) foi erguida no seguimento do pedido de D. Sancho I ao Papa Inocêncio III para transferir a diocese da Egitânia para a nova cidade da Guarda. Da original construção, de estilo românico, nada resta. Foram, no entanto, encontrados alguns vestígios que apontam para um edifício simples.
Seria mandada construir por
D. Sancho II uma segunda catedral, no local onde se situa a actual Igreja da Misericórdia, concluída no século XIV, mas mais tarde destruída aquando da reforma fernandina das muralhas, por se situar fora delas.
A construção da actual Sé da Guarda remonta aos finais do século XIV, já no reinado de
João I de Portugal — D. Fernando teria falhado na promessa de erguer novo templo —, por iniciativa do bispo Vasco de Lamego, partidário da casa de Avis durante a crise dinástica. As obras arrastaram-se lentamente e só no reinado de D. João III seriam concluídas, já em pleno século XVI, sendo por isso um dos monumentos portugueses dos últimos tempos do gótico, com evidências claras da influência manuelina.
A história da catedral teve um período importante na sua conservação, na viragem para o
século XIX: em 1898 coube ao arquitecto Rosendo Carvalheira o restauro do edifício, executando aqui um dos mais importantes projectos de restauro revivalista, pelo que é notável o estado de conservação da catedral.


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